GALÁCIA

GALÁCIA


José Carlos Barroso



Sempre me encantou a
vida de Paulo, então parti para a Galácia , era minha primeira viagem depois da libertinagem.

Ouvi os capítulos, e no quinto meditei os versículos. caminhei do dezesseis, e cheguei ao vinte e seis.

Peregrinei em Filipo, d
o um ao quatro, mas se a Galácia foi salvação, em Filipo um, encontrei a redenção.

No versículo vinte e um me aprofundei fui a frente ajoelhei no “Viver é Cristo Morrer é lucro”.



sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Iº SEMINÁRIO


INEFICIÊNCIA NA INDIGESTÃO PÚBLICA
Por José Carlos Barroso

Aqui não cabe qualquer insinuação, ou resquício de desgosto mesclado de raiva (despeito), muito pelo contrário, pois este artigo traz em seu bojo infelizmente a satisfação de vermos triunfar as nulidades.
 
Pois bem e, o que me levou a escrever foi que tive o prazer de ler um convite daqueles comprazedores, pois destaca de forma “merecida” como palestrante a Prefeita de São João Nepomuceno, que irá explanar com sua competência toda a sua experiência de êxito na superação dos desafios à frente de uma administração municipal de uma cidade do interior, bem como a importância da definição de prioridades, que são essenciais para se chegar ao sucesso (põe sucesso nisso).
O convite ao Iº SEMINÁRIO EFICIÊNCIA NA GESTÃO PÚBLICA tem como alvo os Prefeitos eleitos, para que os mesmos estejam alertas aos desafios dos próximos anos, destacando que o seminário tem a intenção precípua de orientar os mesmos.
Referido convite destaca ainda, que a Prefeita irá mostrar aos participantes, que a escolha adequada, e coerente certamente trará satisfação ao interesse público e privado, logicamente repercutindo no grau de satisfação da população e dos aliados políticos, daí a necessidade do acolhimento acautelado das ações.
De fato é importante saber como um administrador público deixa o cargo com um índice estrondoso de reprovação popular, recorde, até hoje não conseguido.
Confesso que fiquei estarrecido e, li e reli o convite para aceitar se o que estava lendo era real, e pasmem vocês, aquilo era verdadeiro, não se tratava de nenhuma chacota. Naturalmente o convite deve ter partido de organizadores, que não conhecem bem o que ocorreu em nosso Município.
Sim, pois, eu não sei se o exemplo, o modelo, e a experiência de uma administração como a que vimos acontecer por oito anos em nossa pequena e grandiosa São João Nepomuceno pode ser repassada, principalmente àqueles “marinheiros de primeira viagem”, por isto tivemos que alterar o nome do seminário para Iº SEMINÁRIO INEFICIÊNCIA E A INDIGESTÃO PÚBLICA, com as minhas escusas aos que pensam o contrário, mas não podemos falar em eficiência se houve indigestão, ou falar em indigestão se essa foi causada pela ineficiência.  
Daí ficamos imaginando o que poderia servir de exemplo nessa administração! Será a falta de planejamento, a incompetência administrativa, as mentiras, o numero de ações que abarrotam os fóruns, o grau de insatisfação de um povo que a todo custo tentou esperar por oitos longos anos uma atuação, que pudessem realmente ensejar algum momento de felicidade, ou seria estar apontando que a administração tem os seus sigilos e, os que a cercam estão por força de decreto proibidos de dizê-los sob pena de estarem ferindo as leis (deles) o que é confessar a malversação do dinheiro público.
Não minha gente, infelizmente nós temos pouco a mostrar, na verdade quase nada, porque as políticas públicas em prol daqueles que realmente deveriam ter sido agraciados foram “fartas” mineiramente falando “fartaram” em todos os sentidos, será que os mais de três mil votos de frente nas últimas eleições poderiam servir de parâmetro para se aquilatar o grau de satisfação com a atual administração??
Infelizmente o povo pagou e, caro por experimentar algo novo, acreditando nesse conto do vigário, nesse triste engodo, que almejava reinar indelével, como uma “nódoa em roupa branca”.
Mas o ponto culminante da palestrante será quando de forma competente estiver explanando sobre as novas exigências legais, como a da Política Nacional de Saneamento Básico de 2007 e, do Decreto nº. 7.217, de 2010, que obrigam a elaborar e aprovar o Plano Municipal de Saneamento, com abrangência para 20 anos.
Isso será “must”, pois o que aqui foi realizado em sua gestão pública foi simplesmente fenomenal! Não, isso é mentira, nada foi feito a não ser um estardalhaço em torno da questão quando queriam impor a realização desse Plano por uma empresa, tudo a toque de caixa, sem planejamento, sem medidas, ou melhor, com medidas escusas, e conseqüências desastrosas e, só não acontecendo pela ação do representante do Ministério Público da Comarca e pelos próprios vereadores (alguns claro), porque “debaixo desse angu tinha caroço”! Entenderam?
Mas finalizo com uma tremenda interrogação:

O QUE PODERÁ SER ESCLARECIDO POR QUEM NEM MESMO CONHECE O QUE EM CIMA DA TERRA ESTÁ QUANTO MAIS POR BAIXO DA TERRA?

Como soa bem ouvirmos: EU VIM PORQUE O POVO ME CHAMOU!  

                      

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A MASTECTOMIA DA PRAÇA



Por José Carlos Barroso
Prática de alpinismo na praça enquanto chovia













Há muito tempo atrás quando a Praça Carlos Alves sofreu uma das mais sérias intervenções “cirúrgicas” de toda a sua existência, um grande amigo e poeta escreveu logo após ter sido retirado da praça o busto do Dr. Carlos Alves, pra que se cortassem as árvores: cortaram as “Arves” da praça e o “Carlos Arves” com medo de cortarem-lhe a cabeça deu no pé.
Bem, mas o certo é que ao longo de seus quase cem anos de construção a praça passou a ter uma história interessante, de seguidas intervenções, naturalmente cada um dos políticos querendo dar o seu “toque” de esmero.
De Largo do Triângulo, passou a ser Praça Coronel José Braz e depois Dr. Carlos Alves, virou a Praça do “pirulito”, pois ali além do busto de Carlos Alves colocaram uma televisão, com propagandas sobre o compartimento que abrigava a mesma, e a praça chegou até ser encostada bem próximo as paredes da Guarujá Calçados, quando então passou a ser a praça da barriga grande!

E assim a ágora (praça no tempo grego) onde se reuniam, muitas vezes, as assembleias do povo foi se “remodelando” e sendo ao mesmo compasso “enfeada” até que nesse planta e corta árvore,  chegássemos a Stonehenge de agora, quando plantaram árvores de pedra.

Bem, mas história vai, história vem, alguém em  uma turma no bar da praça (aquele mesmo dos vagabundos) dotado de uma mente fulgurante insinuou dividir a praça deixando as árvores de pedra e tirando a parte do busto, tudo para facilitar o fluxo de veículos.
O descontentamento foi geral, a ideia gerou pânico, pois nenhum dos presentes concordava em que se retirasse o “busto da praça” e os ânimos chegaram a estarem exaltados, até que um amigo que estava só ouvindo, bradou: O que? Tirar o busto? De jeito nenhum, ninguém vai fazer mastectomia nessa praça e, ponto final.
Todos ficaram olhando assustados, e foi o bastante para acontecer o fim da discussão, ou conversa, sei lá, pois já estamos cansados de tantas “intervenções cirúrgicas”.
E disse mais aquele amigo: OLHA GENTE E TEM MAIS, O PREFEITO ELEITO NÃO É MÉDICO PRA CORTAR O BUSTO! 
SÓ CORTA DE DOIS JEITOS: DE JEITO NENHUM E DE NENHUM JEITO E PONTO FINAL.

 *Quando acabei de postar esta cronica fiquei preocupado com um certo cidadão que não entende o que é cronica!! Será que ele vai entender esta? Há! Pouco me importa, que ele passe a estudar.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

DEPOIS DAS MENTIRAS, O DESPREZO PARA COM O POVO SÃO-JOANENSE


Foto de Flavio Vitoi retirada da internet

 

Por José Carlos Barroso


Tenho certeza que aquela imagem distorcida propositalmente, e covardemente, levada ao público ao inicio da administração de Edmea Moreira Machado, não deve ter saído da mente de muitos são-joanenses, honestos e conscienciosos.
Na ocasião alguns veículos, foram estigmatizados com a irrogação da pecha de IMPRESTÁVEIS.
E agora ao se aproximar o dia da retirada dessa facção oligárquica, que reinou por oito anos será que vai ser diferente do tempo que acusaram?
Será que mostrarão ao final ao povo as suas teias de mentiras e, abusos, como as conseqüências de suas perseguições e, toda artimanha para vencerem, como um dia fizeram, quando do alto deixaram cair aquela tempestade de sordidez? Lembram disso?  
Acho que não, a julgar pelos últimos acontecimentos, quando o repasse de numerário para o Hospital São João ainda não aconteceu, quando até a presente data o pagamento de salário dos funcionários referente ao mês de setembro ainda, não foi feito, quando muitos medicamentos estão faltando nas prateleiras da farmácia da Policlínica, quando médicos, dentistas, agentes de saúde, e agentes de doenças endêmicas e, outros têm os seus contratos unilateralmente rescindidos, quando muitos não tiveram a alegria de ter visto a sua aprovação no ultimo concurso público realizado pela Prefeitura efetivada em razão de falta de registro junto ao Tribunal de Contas do Estado.
Bem isso é o que estamos ouvindo por aí, como se diz popularmente, através da “rádio pião”, como também estamos ouvindo que os apaniguados do governo, continuam recebendo benesses, e assim permanecerão até o derradeiro dia. Enquanto isso o povo que se exploda. A ele todo o desprezo. Será que o povo merece isso?
No entanto é bom que se diga que esses problemas tempestuosos que estão ocorrendo são advindos da campanha eleitoral. São resquícios de improbidade, quando utilizaram a “máquina administrativa” para ver se abiscoitavam mais uma vez as eleições municipais.
Quanto à contabilidade da prefeitura no tocante as contas, espero que não precisem de marreta para fechá-la, porque a coisa deve estar um caos.

Enfim confesso que soa bem ouvir “EU VOLTEI PORQUE O POVO ME CHAMOU!”.



terça-feira, 9 de outubro de 2012

A SENSATEZ DE UM HISTORIADOR


Hoje meus prezados eu gostaria de transcrever neste blog as observações contidas em um dos grupos do face, que por diversas razões muito me alegraram.
Primeiro porque vem de um amigo, que embora não seja partidário de grupo politico de forma prudente e pontual expôs seu grito de alerta, a todos, e aqui me incluo, que de uma forma ou outra  manifestaram desconhecimento e, imaturidade ao se mostrarem apaixonados e insensatos, ao transformarem as deformidades em virtudes.
Depois pela oportunidade de poder dizer, que eu me rendo em culpa, agradecido pela maturidade de um filho, que tem ensinado ao seu pai, por suas justas posições, a conhecer cada vez mais a força do Senhor Deus.
Que Deus te abençoe Thiago Barroso       
 
 
Ao julgar pela maioria dos comentários neste grupo, podemos facilmente perceber que a maioria de seus membros não sabem nada sobre política e nem mesmo sobre o significado da palavra sem antes recorrer ao "Google" ou a um "Wikipedia" da vida. 
São centenas de comentários rasos, vazios, que revelam uma política feita nos moldes do Segundo Reinado e da República Velha, onde os políticos tinham uma atuação paternalista, confundida com a religião, com a justiça, eram pequenos "reis” em feudos conquistados no cabresto e seus "súditos' eram extremamente fiéis, capaz de matar e morrer por essas personalidades! 
De "jovens" e mais "velhos", de "esclarecidos" ou "não", "estudantes" ou "professores" em algo, e em todos (bem quase) pode-se ver uma postura deplorável de muita falta de maturidade, de conhecimento, comentários apaixonados e pouco racionais, tendenciosos, sem critério que revelam como a política de nossa cidade anda por séculos anteriores. 
Analisando as postagens, podemos ver o porquê de guerras sem fim, de alienação, de monopólios, de uma deflagração de sangue pelo domínio do poder, de ditaduras sanguinárias, da interrupção de regimes democráticos, da fome, da incoerência e da intolerância que varrem o mundo mais cedo para um apocalipse cada vez mais real. 
Não é exagero meu, é exagero dos proprietários dessas manifestas demonstrações de falta de cultura e decoro, que me fazem entender que muitos desses "jovens políticos', poderiam bem ser, ou estar dentre os "cidadãos" que vociferaram contra um regime democrático e que em 1964, com o apoio da imprensa (de grande parte dela) e suas marchas "com deus pela família", inauguraram o período de ditadura militar no Brasil (hoje a culpa fica só para os militares, a sociedade já esqueceu da sua culpa). 
Com certeza, muitos dos "apaixonados" defensores de seu candidato desse grupo, poderiam facilmente figurar, dentre os apedrejadores de mais umas mulheres adúlteras do presente Irã, ou ser um daqueles milhares de cidadãos alemães, que defendiam os horrores da 2ª Grande Guerra e Holocausto Judeu, patrocinado, arquitetado e executado pelo 3º Reich Alemão.
Os "esclarecidos", "politizados" "jovens" e "velhos" deste grupo mostram claramente, que dormiram nas aulas de história, ou simplesmente fizeram como alguns dos vários políticos do Brasil usaram de algum tipo de "corrupção" pára "passar de ano", ou simplesmente decoraram textos e nunca pensaram que eles poderiam lhe servir para a vida, ou uma vida esclarecida, emergida da escuridão do injusto senso comum. 
É por esse grupo, que poderia ser melhor, que vemos que a política em nossa cidade é ainda ignóbil, impura e implacavelmente contra a democracia e não tanto por causa dos candidatos e sim, pelos seus súditos. É por esse grupo, revelador de uma realidade infame, que percebemos o quanto a educação no Brasil fracassou por ensinar as pessoas a "passarem" em uma prova, mas ainda não ensinou a sociedade pensar e ser cidadã.
Desculpem-me o desabafo, mas foi triste demais ver o resultado de toda alienação, cultivada por anos, através daqueles que eram os ditos "líderes" da nação. No fim de tudo faço um apelo: valorize seus professores, valorize sua mente, valorize a Palavra que diz "bem-aventurados os que têm sede de justiça!”

Thiago Barroso.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

FOTO QUE FALA!




Por José Carlos Barroso



A imagem sempre é reveladora, esta em especial nos desvenda a imagem matriarcal de uma mulher eleita por Deus para abrigar em seus braços os pequeninos, e carentes filhos do descuido, do erro, da promiscuidade, da ignorância, da desesperança, do desafeto, da falta de amor, filhos abandonados e mal amados, sem se descuidar um só instante daqueles que são queridos e adorados filhos dos conscienciosos.
Fico pensando, quantos braços esta mulher gostaria de possui para poder acariciar, abraçar, em seu colo abrigar, cada uma das crianças de nossa terra. Não sei se o seu amor é só pelas crianças, ou só por nossa terra, talvez pelas crianças de nossa terra, assim um misto de amores, já que seu coração é um imenso abrigo, e é em sua essência possuidora de uma alma transbordante, já que por vezes chega a se anular, para externar essa sede de afetos, todos os seus sentimentos e, paixões por esses pequenos seres indefesos.
Mas reparem a foto, notem a expressão do olhar de Dulcinéa, vejam se não carrega ela a mesma doçura de seu nome – DULCI, palavra do latim que significa doce – sendo assim é ela a mãe cuidadora, que surgiu na medida certa para dulcificar a vida dos pequeninos.
Que companheira escolheu Célio para ajudá-lo a dirigir nossa terra! Mas se também é Reggi, foi ela que acabou por reger essa grande orquestra de sentimentos, esse imenso coral que durante três meses se apresentou aqui e acolá um canto lindo de paz. 

QUE BARULHEIRA É ESTA? ISSO É POLITICA?



Por José Carlos Barroso



Será que campanha política é assim mesmo?
Carro de som em profusão, som alto ultrapassando o volume permitido em decibéis, com musicas da pior qualidade, músicas que com as letras originais já são terríveis, insuportáveis de ouvir, e com adaptações que lhes são acrescentadas pior ainda, é um horror, um inferno na cabeça do povo!
Estou neste momento ouvindo alguns discursos bem inflamados, que trazem um rancor descomunal, de fazer inveja aos desesperados e loucos. Quanta pequenez! Melhor fariam se caminhassem calados, conversando com cada eleitor, pois esse desespero mostra insegurança, além de demonstrar fraqueza, falta de princípios, desrespeito com o povo, que quer ouvir a verdade do silêncio. 
Os discursos seguem sempre a mesma toada, totalmente sem sentido, e as palavras faladas por quem não sabem o que significam soam como mentiras, pois tem candidato a vereador prometendo o que não podem realizar, ou candidatos a prefeitos vociferando pelos calçadões, pelas emissoras de rádio, pelas praças e ruas, demonstrando somente capacidade para falácias, ou se mostrando esmerados em provocações.
Há alguns a vida nada ensinou, a outros pouca coisa demonstrou, e a outros o passar dos anos apresentou lições de magnitude imensurável, de probidade e verdade, sobejando a paz, e a resignação e compreensão pela adversidade, pois ela é parte da vida.
Quanto aos fogos de artifício nada significam senão a vontade obstinada de possuir uma arma para desferir tiro certeiro na dignidade, na honradez, dos que clamam paz. E é assim que incomodam de forma pertinaz, todos, e eu costumo a falar “coitada da minha cadelinha” não sabendo falar o seu latido é a sua revolta pelos estampidos, que lhe perturbam os ouvidos. É a sua resposta a esses absurdos e desrespeitos até com os animais. Eu fico a pensar, quem é o irracional aqui? O bicho ou o homem? Logicamente que é o bicho homem.


Porém meu consolo é ouvir uma musica muito interessante, com som perfeito, nem mais nem menos, audível sim, música que nos fala muito mais do que tudo que até aqui se ouviu, que diz assim: Num fez nada, num fez nada, num fez nada, num fez nada, e vai por aí...falando verdade!
Três palavras apenas que servem como reflexão, que soam como um recado da verdade, aos donos desses absurdos, que ora apontamos.
Você tem alguma dúvida disso?
   

sábado, 15 de setembro de 2012

O QUE VOCÊ ACHA?



CÉLIO É 14
Por José Carlos Barroso


Esta foto talvez possa ajudar – nos a confirmar, formar, ou reformar nossa opinião, mas para tanto primeiro preste bem atenção e, a cada pergunta dê sua resposta a si mesmo. Vamos lá, porque a imagem fala mais do que mil palavras.
Você conhece bem Célio Ferraz, o homem do balaio, como gosto de me referir a ele?
Você conhece a sua historia de vida, onde nasceu, sabe das dificuldades que enfrentou, para vencer?
Você conhece a sua historia como homem público, desde seu principio, e mais ainda como prefeito de nossa terra?
Conhece o que ele fez para nossa gente, como num todo e, principalmente para os mais necessitados?
Desculpem-me, mas quem não o conhece não tem o direito de julgá-lo principalmente de execrá-lo, porque peca por falar demais e o que nada sabe. Pega por ser juiz sem toga além de causa.
Então, mais uma vez repare a foto, veja a expressão de admiração da criança, que mostra ainda um carinho ao tocá-lo, imaginando-o certamente ser ele o seu herói. Alias estamos carentes de heróis.   
Note que os olhares são recíprocos e, verdadeiros, assim como o abraço do herói e, o toque despretensioso da criança, como que quisesse saber se ele era mesmo de verdade, externando pelo gesto suave de suas pequeninas mãos todo o seu amor. Naturalmente naquele momento ele estaria vendo, que os heróis podem existir é só imaginar, sonhar, ser criança enfim.
Reparem os olhos dos dois. A criança fitando-o fixamente, espontaneamente alegre pela sua grande descoberta, ele, balaio, segura aquele pequenino como seu, e ele é seu, porque se você o conhece bem, certamente deve saber que em sua primeira eleição as caminhadas foram marcadas pelas crianças, que ao som inocente de um ilariê, arrastavam uns cem números delas, para ver o balainho, numa perfeita reedição do show da Xuxa.
A criança em seu tempo foi olhada com esse carinho da fotografia, que é também a fotografia de um coração magnânimo.
Muitos sabem o que estou a dizer e, esse apelido “BALAINHO” é a revelação singela, daquele que é simples, porque sabe o que significa simplicidade, afinal ele desde criança vive essa singeleza, apresentando caráter próprio, não modificado por elementos estranhos e externos, sendo probo e franco naturalmente, mas com desafetação absoluta com quem da mesma forma se expressa.
A criança para ele foi sempre um imaculado tesouro, e por isso veio o “leite de soja” e os invejosos inertes tanto fizeram que o condenaram a masmorra da ignorância, soterrando como lixo um programa que verdadeiramente dava certo.
Infelizmente o funeral desse programa veio acontecer pelas mãos de uma pediatra, que sabe bem o que significa a alimentação com a soja, principalmente para os alérgicos. Triste fim!       

domingo, 9 de setembro de 2012

O MERCADO DAS INFRAÇÕES:

Esta é uma das moedas de troca



Por José Carlos Barroso

Há quase oito anos um novo tipo de "mercadinho" vem se desenvolvendo em nossa cidade, com funcionamento de quatro em quatro anos. Quanto ao horário, este nunca é fixo podendo ser até mesmo pela madrugada, mas há sempre alguém de plantão em caso de extrema necessidade.
Além de tudo esse mercado possui uma estapafúrdia característica, que faz toda a diferença, porque não vende como os demais, lá apenas eles praticam a troca, voltando-se assim ao tempo das barganhas, quando eram comuns as transferências mútuas e simultâneas de coisas entre seus respectivos donos.
Mas fica claro, que somente na época eleitoral, que a um é dado apenas o beneficio das migalhas, sejam de cestas básicas, sacos de cimento, alguns metros de areia, tijolos, telhas, ou até de alguns canos, podendo haver ainda o aviamento de receitas de óculos, ou de dentaduras, e assim deixamos de ver existir a expressão sagrada da vontade, ou opinião num ato eleitoral. E ao outro apenas o voto (pouco não é mesmo), mas tudo não passa da troca direta de mercadorias, sem qualquer interveniência da moeda, tudo engodo, porque durante quatro anos, há muita oportunidade para locupletação.

E se a ceifa é grande também o é o número de mercadores, que como lucro da mercancia, recebe favores como algum cargo de confiança, ou benefícios especiais, como algum emprego indireto, mas tudo com cunho de trapaça, porque esse tipo de negócio sempre envolve uma transação fraudulenta, que dependendo pode exigir a aplicação de vários códigos, punindo-se assim todos os praticantes, que infringem as leis.
Para vocês verem como acontecem as coisas, aqui vai um exemplo:
Há pouco tempo atrás, uma certa coligação política de nossa cidade, a INCOMPETENCIA, OBSCURIOSIDADE, E SEM RESULTADO propôs junto a Justiça Eleitoral uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral entendendo que um determinado jornal estava praticando, ou pelo menos havia praticado propaganda política extemporânea, favorecendo assim o “homem do balaio”, conhecido não por ter sido verdureiro, mas arrebatador de votos, que encheram vários balaios, ou que houve abuso do poder econômico ou politico!
E bastou apenas isso para os avessos mostrarem toda a sua cólera, as suas garras luciferinas, afinal pode alguém simples, tipo um verdureiro ou, um, engraxate ocupar por três vezes o cargo de mandatário da cidade? Ah! Isso não, “gato borralheiro” por aqui não!
Bem, mas voltando a questão judicial esse grupo a partir da proposição da ação, disponibilizou a sua tropa para empreender um ataque de falácias, com os alardes ficando por conta de seus prosélitos, também conhecidos como asseclas, verdadeiramente os “puxa saco” os vulgares adeptos e, assim chamados vulgarmente pelos seus momentos de extrema subserviência.
Diziam eles: O BALAIO pode ganhar, mas não leva. Ele foi impugnado, não vai poder ser candidato, e um monte de besteiras e, mentiras, que foram se desfazendo com o passar do tempo, até que veio a sentença: Disse O Juiz Eleitoral: Ante o exposto JULGO IMPROCEDENTE o pedido inicial.
Eu do lado de cá no meu cantinho sempre dizia aos que me procuravam: “90% DO QUE ESSA GENTE FALA É MENTIRA SÓ 10% É INVENÇÃO”.
Então não acreditem nessa turma, não aceitem suas migalhas, mostre a sua inteligência!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

UMA TRADIÇÃO QUE SE DEFINHA



Por José Carlos Barroso
Fanfarra do Instituto Barroso em BH
Praça da Assembleia Legislativa



Pra inicio de conversa iniciamos as comemorações de hoje 7 de setembro, com uma tremenda gafe da senhora Prefeita dizendo que a independência tem 120 anos. Ora, ora, pelos meus cálculos a “continha” de subtração esta errada, pois se a independência se deu no ano de 1822 e, se estamos no ano de 2012, assim errou feio a prefeita, errou por cerca de 70 anos, e assim tirou zero nos cálculos.
Bem, mas enquanto eu assistia o desfile cívico militar, retornei ao passando ao passo em que tinha a certeza de que já vi e vivi sete de setembro melhores.
O primeiro macacão de apresentações usado pela Fanfarra do Instituto Barroso

Pois é, e quem já viu como eu vi, se espanta com o que vemos agora, pois vez por outra eu ouvi hoje: Desfile era quando estudávamos no Instituto Barroso, ou, desfile era no tempo do Sô Bi! Como ainda: e a fanfarra do Beto? Num te dá saudade não Zé? Aquele tempo era um espetáculo! Tem ex – aluno que se lembra até hoje como os alunos marchavam como soldados, tudo perfeito cadenciado e harmônico ao som dos bumbos, que comandavam o ritmo do desfile, com entremeios de sons de flauta doce e, liras, que se somavam aos gracejos das moças proporcionando ao publico um bailado das fitas, de beleza inconfundível, sob os olhares fixos de todos, enquanto acontecia paralelamente os exercícios das ginastas, que se contorciam, aumentando a riqueza daquele conjunto, e, olhem que faziam tudo por gosto mesmo.
Eu me lembro também dos famosos treinos de marcha no campo do Botafogo, que talvez fossem penosos, mas no dia do desfile era um orgulho só, como me lembro das noites e, madrugadas, quando ficávamos ouvindo discos e, retirando batidas, ou toques de corneta, diferentes para cada apresentação futura.
As aberturas das exposições de Leopoldina, de Ubá, as viagens a Descoberto e Rochedo como o dia emblemático em Santana do Deserto, esse dia ficou conhecido como o dia do leite! E a viagem a Belo Horizonte, um dia de vitória, lembro-me bem.   
Mas voltando aos tempos de hoje, notei com essa lembrança que nem mesmo o Tiro de Guerra se apresenta como antes.
Quanto às escolas então, elas literalmente “andam”, é um passeio sem sentido, despretensioso e, sem graça, sem garbo algum, onde é nítida a falta do interesse público, verdadeiramente falta patriotismo, me desculpem, mas é como eu vejo, porque não era assim.
Mas o que será que está acontecendo com a tradição desta cidade, já que é perceptível que está aos poucos se definhando e, mesmo assim, embora em menor número o povo comparece talvez esperando algo novo, diferente, mas nada!
Então não nos restava mais nada e, assim saímos depressa daquele lugar, abraçado pela saudade e, sufocado pela tristeza, certo de que em nossa mente essa tragédia grega, seria capaz de infundir espanto e piedade, decididamente ela não iria se esvair.
Mais uma vez restou-me a cena de um grupo de jovens sofrendo busca da policia militar por terem anunciado uma nova briga de gangues.
Assim a tradição vai se definhando até a morte e nós ficamos cada vez mais reféns da balburdia e destempero de uma crise social.

sábado, 25 de agosto de 2012

"O PATO E O MARRECO"




Por José Carlos Barroso

Constantemente a mídia publica fatos e candidatos bizarros da política nacional e, por aqui não é diferente, pois depois de bem observar a listagem, encontramos neste ano um pato e um marreco.
Longe de mim fazer alguma propaganda para qualquer um dos dois, não que não mereçam, pois são dois amigos, mas a observação merece revelação, já que talvez seja um fato político inédito.
Primeiro fui socorrer-me ao dicionário para ver o que Aurélio Buarque de Holanda tinha a nos oferece sobre o significado das palavras, quando então encontramos:


Pato: Ave anseriforme, anatídea, especialmente os de grande porte.

Marreco: Designação comum ao macho da ave anseriforme, anatídeo. No Brasil o nome é usado, para todos os anatídeos de pequeno porte. 

Daí em analise estamos frente a duas aves pertencentes à família das aves anseriformes, anatídeas, que contem bico largo, ambas aquáticas.
Assim nos parece que a diferença entre eles está mesmo no tamanho, mas mais à frente deparei-me com a expressão pato rouco, que vem a ser uma pessoa de voz rouquenha.
Bem mais aí as coisas mudam de figura, quando personificamos as aves de forma comparativa a esses dois amigos e candidatos, pois PATO ROUCO para nós é aquele que compõe e canta geralmente sambas de enredo, arte que executa como poucos e, pela maestria, já o MARRECO é aquele hoje advogado, que antes, quando ainda estudante era o menino que morava na casa ao lado do lago dos patinhos, (a criação daquelas aves era uma tradição de seus antepassados) que na verdade eram marrecos, e assim ficou ele na sua cidade conhecido.  
Voltando a política as duas “aves” digo, os dois candidatos pertencem a partidos antagônicos politicamente, mas que nos permitem observações como esta e, que naturalmente são apostos sem demérito a qualquer um deles, até porque assim também se identificam.
Quanto a musica ideal aos dois deve ser mesmo aquela de autoria de Vinicius de Morais e Toquinho, que faz parte do grande sucesso infantil A ARCA DE NOÉ!

domingo, 12 de agosto de 2012

ROLANDO.. . .O LERO LERO



Por José Carlos Barroso


Tem campanha política por aí, que vai rolando e, enrolando os menos desavisados, os que não gostam de política, com um lero lero (CONVERSA MOLE) de fazer inveja ao antigo personagem da escolinha do professor Raimundo (Chico Anísio), interpretado pelo grande e saudoso comediante Rogério Cardoso, pelo menos é o que transcende.
Por exemplo, o carro de som da coligação COMPETÊNCIA TRANSPARÊNCIA E RESULTADO através da tática da insistência vêm apresentando a doutora mandatária em seus oito anos de governo como àquela, que mais obras realizou, em tom de prepotência sem precedentes.
É a mensagem subliminar, utilizada quando o estímulo não é suficientemente intenso para que o indivíduo tome consciência da mensagem, assim de forma repetida atua no sentido de alcançar o efeito desejado. E é assim que procedem em toda mídia, seja escrita e falada.
E nessa esteira de ilusões repete e promete suas aleivosias ao ponto de fazer delas a verdade, mas por outro lado insistente diz não ser continuísmo e sim continuidade “pra São João continuar bem”.
Deste modo dá as palavras uma conotação subjetiva porque a CONTINUIDADE é a propriedade que caracteriza uma função contínua e, CONTINUÍSMO é a manobra política tendente à perpetuação, no poder, de uma pessoa ou de um grupo.
Qual a diferença? Não tem diferença alguma minha gente principalmente, quando estas palavras eles associam o slogan “Pra São João continuar bem”.
É, mas para o bom e sarcástico entendedor esse tal de “Pra São João continuar bem” pode soar diferente porque as mazelas, os defeitos e contínuos erros foram varridos para debaixo do tapete. Assim poderíamos apresentar outro slogan “Pra São João continuar bem pior”.
Em continua analise, observamos ainda que a propaganda se mostra capenga, cheia de bengalas, como a da própria prefeita, que mesmo não sendo ela a candidata tenta impulsionar o seu candidato usando os microfones para propaganda de seu próprio governo. As outras bengalas vêm através de seus Deputados e de algumas personalidades asseclas de seu grupo. Querem saber minha gente, o avião não decolou essa é a grande realidade.
Mas uma pergunta tem que ser feita. Por que nos discursos e propagandas o candidato mesmo quase não aparece? Fica só encolhidinho num cantinho, assim como sua vice, enquanto a chefa se desdobra usando o tempo com achaques a outros candidatos e solidificando o engodo, ou a transparência da mentira.
Onde estará senhora, todo aquele seu cinismo de doçura? Ah! Foi somente representação. Só pra botar mel na boca do povo, é que falou em amor e deixou todos na saudade! Agora a sua especialidade é o achaque, o vomito nojento de impropérios, e a diarréia verbal, não a dialética verbal.
Assim entendemos que o nome da coligação está plenamente correto, pois é a COMPETÊNCIA pra falar mentira e enganar o povo, é a TRANSPARÊNCIA daquilo que não foi feito, pois é só comparar o que prometeram em outras campanhas, com o RESULTADO, que verdadeiramente é lastimável!
O pior que o candidato coloca mal as palavras, coloca fora da hora e, se aí o resultado é catástrofico, como: “EU SOU O ÚNICO 45” (claro que é eu é que não sou!), ou “O LOCAL ONDE ERA PRODUZIDO O SUCO DE SOJA PARECIA UM CHIQUEIRO” (primeiramente não é suco é extrato), enquanto sua chefa vai se especializando em falar das esquinas de São João e dos bares, atingindo em particular os homens em nítida posição discriminatória.

Onde estará aquele cinismo de doçura? Ah! foi somente representação, botou mel na  boca do povo, falou em amor e deixou todos na saudade 


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

OS TRÊS PORQUINHOS



ZEZINHO, DEMIRZINHO E BALAINHO.

Por José Carlos Barroso

A historia que vamos contar hoje é a dos três porquinhos e o lobo mau, como vamos ver, eles não são bobos e juntos venceram um lobo tremendamente mau.
A historia infantil nos ensina que não devemos ser preguiçosos, fazendo as coisas, sem previsão inteligente, sem planejamento, porque corremos o grande risco de fazer até mesmo do lobo mal um vencedor.
A inocente historia infantil nos mostra ainda as vantagens de crescer, como o terceiro porquinho, que é o mais sábio deles e, na historia é retratado como o maior e o mais velho.
As casas dos porquinhos certamente representam o progresso do homem na história, pois uma é bem desajeitada, de palha, outra é de madeira, e a terceira é de tijolos. Isto significa que os dois primeiros aplicam a lei do menor esforço, para terem como brincar o resto do dia.
O terceiro e mais velho porquinho aprendeu a viver sob a realidade, pois é capaz de adiar o seu desejo de brincar, e de acordo com sua habilidade, prever o que vai ocorrer no futuro, prenunciando até mesmo o comportamento do lobo.
Vejam que o desenho nos mostra a displicência de dois dos porquinhos, o lobo mau só tem olhos para eles, enquanto o terceiro mais previsível tem certeza do que vai acontecer e antevendo o futuro prepara uma inusitada surpresa para o lobo e, acaba derrotando-o.
Já vivemos historia parecida de inexperiência, quando a falta de planejamento veio atrelada a uma inconseqüência desastrosa, que nos fez amargar dias sombrios por novas escolhas.  

Vejamos:

Era uma vez três porquinhos, ZEZINHO, DEMIRZINHO E BALAINHO, que viviam em um lugar bem bonito, cheio de colinas verdejantes, muitas flores, mas lá também vivia a maldade. Então resolveram cada um dos porquinhos construir a sua casinha, tudo para se protegerem da fera, um lobo muito mau chamado de FOMINHA, que gostava de comer porquinho, mas primeiro o porquinho ia ficando fraquinho, fraquinho!
Foi aí então que para se proteger começaram eles a construírem suas casinhas, ZEZINHO foi o primeiro a construir a sua casinha e, logo ali mesmo se serviu de alguns bambuzinhos, cola e barbante, e para o telhado usou sapé. Depois da casinha pronta ele cantava e dançava na frente de sua casinha: "A minha casa eu fiz, sozinho e terminei, pra morar nela feliz, mais feliz do que um rei!"
O lobo mau FOMINHA doido pra comer aquele porquinho olhou aquilo e pensou: Ah! Essa casinha está tão fraquinha, que vai ser fácil derrubar e depois é só almoçar o porquinho ZEZINHO. E não demorou muito para que o lobo FOMINHA, com um só sopro derrubasse a casinha de ZEZINHO.
Indefeso ZEZINHO logo correu para a casa de seu irmãozinho DEMIRZINHO, que fez a sua casa de tábuas e, quando eles estavam na frente da casinha dançando e, cantando assim: "A minha casa eu fiz, sozinho e terminei, pra morar nela feliz, mais feliz do que um rei!" o lobo mau apareceu.
Então o lobo FOMINHA correu pra pegar, ZEZINHO e DEMIRZINHO, e olhando a casa todinha de tábua disse: Que casinha fraquinha! E logo soprou, mas a casa balançou e não caiu e, então FOMINHA soprou novamente e logo a casinha de tábuas foi ao chão.
ZEZINHO e DEMIRZINHO corriam e gritavam: corre, corre, o lobo FOMINHA tá vindo aí! Correram tão depressa e logo chegaram a casa do porquinho BALAINHO, que foi feita toda de tijolinho. E os três porquinhos então na frente da casa de BALAINHO dançavam e cantavam assim: "A minha casa eu fiz, sozinho e terminei, pra morar nela feliz, mais feliz do que um rei!"
O Lobo mau FOMINHA então disse: Essa também tá fácil eu vou derrubar esta casinha também, e logo soprou duas vezes e, a casa não caiu. Foi então que FOMINHA encheu os pulmões e soprou com toda a sua força, mas a casinha não caiu.
Então o lobo FOMINHA pegou uma escada e subiu no telhado da casa do porquinho BALAINHO e resolveu descer pela chaminé, para pegar os três porquinhos. De repente ele escorregou e caiu dentro de um caldeirão grande de leite.
BALAINHO no caladinho preparou uma surpresa para o FOMINHA, ele comprou uma máquina, que extraia leite de um feijãozinho chamado soja. Era o leite de soja do BALAINHO, alimento muito nutritivo que havia engordado vários porquinhos.
E foi dentro desse caldeirão, que FOMINHA morreu afogado e, nunca mais perturbou os porquinhos!
Depois vieram outros porquinhos que beberam o leitinho de soja do BALAINHO e ficaram também muito gordinhos, não houve mais desnutrição, os porquinhos cresceram, e ninguém mais enfrentou o FOMINHA, aquele lobo muito mau. .
Assim foi por dez anos, até que outros lobos, com uma loba aproveitaram que BALAINHO não estava em casa e derrubaram a sua casinha e levaram embora a máquina de leite. Acho que jogaram fora, não sabemos. Coitadinhos agora todos os porquinhos estão fraquinhos, fraquinhos!
Mas o BALAINHO e seus irmãozinhos ZEZINHO e DEMIRZINHO, e mais um montão de porquinhos prometeram que vão limpar e reconstruir a casa do BALAINHO, eles vão consertar tudinho.
Aí esse montão de porquinhos vai trazer novamente a máquina de leite de soja, para a felicidade de todos os porquinhos, que vão poder dançar e cantar assim: VIVA, VIVA O BALAINHO QUE É O NOSSO AMIGUINHO.    

Em tempo:
Essa crônica foi escrita, pela saudade, em especial para que um leitor que leu uma outra, e não entendeu, possa ler esta e não compreender, pelo menos é o previsível. Desta vez também relembrando que alguém um dia chamou a casinha do BALAINHO de casa de PORQUINHO!




quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O LEITE QUE MATOU .....A FOME


Por José Carlos Barroso

Contratado que fui assumo como tribuno intransigente, mas sempre consciente, em defesa de um cliente diferente. Assumo uma defesa, embasado, como preparado, não com uma notória especialidade em nutrição, muito menos em biologia genética, mas permitindo ao meu coração, a eloquência, sob alegação e tese clássica da inimputabilidade do agente, posicionando-me pela exclusão da ilicitude.
Bem prezado corpo de jurados, formado no seio de uma comunidade conscienciosa, que sabe o que quer, e o que fala, vestida hoje de preto, não pela morte da vítima, pois na verdade, foi ela sempre cruel por nunca ter guardado em seus ataques, resquícios de crueldade, quando , por exemplo, matou a criança e o velho, o pobre necessitado, pela desumana desnutrição, quando o homem desempregado chorava pela míngua, quando já não se vendo com forças estendia ele as mãos num sinal claro e evidente de pedido de socorro, mas que indiferente ela continuava seu caminho, tomando um rumo precipitado, levando consigo toda a inocência.
Assumo sim a defesa deste réu conhecido por “leite”, mais popularmente, e intimamente chamado “leitinho de soja” não só por estar convencido, mas pela certeza de sua inocência, já que execrado, expurgaram-no, sentenciando-o muito antes mesmo deste tribunal, observar detidamente os depoimentos daqueles que compõem o rol de testemunhas, tanto da defesa, como da acusação, e terem sumariamente, a bel prazer e juízo o liquidado no cadafalso das ilusões.
Assumo da mesma forma esta tribuna, para acusar a vítima, numa atitude incomum, pois passo a ser não só o defensor, mas o acusador, desclassificando o crime e, deixando claro, me atendo aos autos, que houve sim a legítima defesa da honra, já que foi a vítima, quem usou de meios cruéis, não o réu, que apenas impeliu injusta agressão iminente, em defesa de outrem, tendo para tanto utilizado moderadamente dos meios necessários, assim opto pelo indúbio pro réu. Insisto na inconteste inocência do réu e clamo aos senhores do corpo de sentença pela absolvição deste, que nesta história não passa de um infeliz, que apenas pecou por ter executado um cruel assassinato, mas que na história da vida assume a posição dos heróis e passa de forma merecida a deter o galardão e os louros, pela justiça que fez.
Atentem meus prezados para o que Jesus Cristo nos fala em Mt 10.42. E aquele que der até mesmo um copo de água fresca a um destes (pequeninos), na qualidade de discípulo, em verdade vos digo, de modo algum perderá a sua recompensa.
Que então libertem, libertem absolutamente de uma vez por todas, este inocente, o nosso prezado amigo “LEITINHO DE SOJA”, para que ele continue a matar essa imoral e brutal assassina conhecida por “FOME” que muito antes dos avanços da medicina vem sendo clonada de forma indiscriminada, pela insensatez dos homens e, que assim possa ele, assumir de vez o posto de PALADINO DA JUSTIÇA nesta terra que só a Deus pertence e, a mais, ninguém.

 “O LEITE QUE MATOU... A FOME” é uma crônica, que possui uma linguagem de personificação, e deixando de lado a modéstia, alcançou índice invejável de leitores, e foi reeditada a pedidos, por se tratar de um texto jornalístico miscigenado com literatura, redigido de forma livre, inteligente certamente, e, pessoal, que tem como tema um fato triste relativo à vida cotidiana de nossa cidade, com enredo indeterminado, levado ao ficto. 
 

 Tudo teve a sua origem quando a atual administração pública resolveu abandonar a produção de leite de soja, retirando de circulação um grande complemento alimentar, de alto valor proteico, e como o prejudicado foi o povo, inventaram somente mentiras. Bastaria alguns reparos e a máquina voltaria a funcionar perfeitamente. 
O que você já ouviu sobre o sumiço da máquina é pura mentira a verdade será ainda um dia contada a todos. Esperemos!  
 


segunda-feira, 23 de julho de 2012

UM DIA MACHADO, DIGO MANCHADO, PELA HERESIA E PELA MENTIRA!


O CO....MIXO



                                                                                                                                                                          Por Jocarlosbarroso



Avizinham-se os insultos, as campanhas eleitorais estão batendo às portas, já esperávamos e, esperamos pela mesquinhez, pois os arautos, todos conhecemos, principalmente aqueles, que se sentem acuados, cujas  garras e bicos aduncos já caíram faz tempo.
Desta feita o local escolhido para difundirem as suas diarréias verbais foi o calçadão da Rua Coronel José Dutra, em uma manhã de sábado, que poderia ter sido bem diferente, mas infelizmente o que vimos foi absurdo pós absurdo, onde os espectadores se dividiam entre o bem e o mal, ficando nítido o desinteresse pelas máculas, já que um clarão divisório foi formado entre os conscientes e os inconseqüentes.
Enquanto isto entre as outras quatro facções políticas 13, 14, 15,e 50 que disputavam o mesmo espaço, conviviam em clima ameno e, muito cordial entre os candidatos que se respeitavam, enquanto lá bem num cantinho, enfurnados, estava a prole indecorosa da demagogia, tentando captar adeptos e, utiliza-los para a incitação na defesa de suas paixões levianas.
Durante todo o tempo foram especialistas na arte da afetação, da simulação da modéstia, demonstrando uma humildade como se nunca viu, agindo como suas mazelas determinam, com um jorro de falácias, que nos são conhecidos de longas datas.
Era visível o destempero daqueles que fizeram uso da palavra, mas confesso que sempre estive a espera de algo recorrente, quando então em determinado momento uma senhora conhecida pela prepotência em eloqüência dissimuladora assim vociferou: “Eu não preciso da Bíblia, tenho comigo as bem aventuranças”,
Mas que contra-senso, que tolice, que heresia inconcebível que despreparo e, desconhecimento só mesmo poderia partir de quem “acende uma vela a Deus e outra ao diabo” e isso tem ficado cada vez mais viçoso.
Foi assim desde o princípio, as falas se alternavam entre mentiras e apelos desesperadores e, assim foi até o final.
Ainda há de se fazer registrar, o que um candidato a vereador disse: “A preocupação da administração é com saúde e educação. Este negócio de buraco é só desviar deles”.    
Mas meu senhor de qual saúde mencionaste? Porque a saúde que estão a propagar aos quatro cantos, se mostra lânguida, num estado mórbido, uma saúde que amofina no leito de um hospital, que é de dar pena, ao ponto de para se obter qualquer coisa nesse particular o único caminho é a Justiça. Hoje a incompetência torna a administração uma campeã em ações em seu desfavor.  
Para piorar a situação um senhor, conhecido pela vociferação de impropérios  pegou o microfone e despejou ataques caluniosos tendo ficado nítido o seu descontrole até que vieram e, lhe tomaram o microfone, contemporizando aquela vexatória participação.
Foi assombroso presenciar ouvir o que ouvimos enquanto o candidato, caladinho, no seu cantinho, tímido talvez abominando tudo aquilo, esperava a sua vez e, não é que lhe deram só um tempinho!
Coitado apenas se interessou em mostrar que podia, que fazia, que fez e fará, porque conhece, já que quem não era candidato não largou o microfone por quase uma hora. Será que o candidato capenga e, precisa de uma muleta?
Concluindo, fiquei pensando, o que não fazem para esconder suas vergonhas! Fazem até papel ridículo para se perpetuarem no poder “até que a morte os separe”!!

sábado, 21 de julho de 2012

O FUTURO COM EXPERIENCIA PRA INOVAR


Dia 20 de julho.
Por Jocarlosbarroso 

CÉLIO FERRAZ, o “BALAINHO”, inicia hoje a sua campanha a prefeito de nossa cidade, agora com o numero 14 do PTB, apresentando propostas inovadoras, em que certamente você jamais irá ouvir promessas, porque afinal de contas a promessa não faz parte de seu vocabulário, mas tenha certeza de que dele fará parte três palavras fundamentais, palavras que o personificam, primeiro o carisma, que se traduz na força divina conferida a uma pessoa, em vista da necessidade, depois a competência que é a qualidade de quem é capaz de apreciar e resolver certo assunto com habilidade, aptidão e, por fim, a coragem que é a intrepidez e ousadia.
Contudo nada estaria completo se faltasse o amor e é assim que se completa a identidade de um homem, na busca de uma trajetória transformadora e idealista para nossa gente.
A Célio Ferraz jamais faltou o amor por nossa cidade, por seu povo, pelas famílias, pelos necessitados, pelo progresso e desenvolvimento.
Porém para levar a efeito tudo o que tem em mente traz agora como Vice-Prefeita uma grande conquista, DULCINEA REGGI BARBOSA, mulher destemida, que bem representa a força da mulher são-joanense, que terá certamente grande importância nesta caminhada de transformação, e quem da mesma forma investe no amor como energia realizadora.   
Assim podem estar seguros que todos teremos dois grandes amigos, porque amigo é quem estende a mão, é quem anda com os pés do outro, é quem fala com oração ao coração, palavras inversas sem comoção.                                 
Amigo, é o sorriso preciso na hora imprecisa, é o olhar comedido, quando lançam os absurdos, é não ser hostil, mas adverso ao lado inverso. É quem corrige erros retirando detritos, é quem derrota a solidão, fazendo-nos soerguer do chão.
Amigo trabalha sem fim, perquirindo e prosseguindo explorando os nossos vazios fazendo germinar espaços úteis, revolvendo as terras férteis, porque amigo nunca vai ser, ele é a verdade, é quem nos faz voltar a ser feliz, é quem nos faz voltar a ter esperanças e, a acreditar. Amigo é quem nos faz voltar a viver.
CÉLIO 14 E DULCINEA 14 querem uma cidade venturosa e santa, onde haja mais bondade, cheia de trabalho, uma cidade que podemos cantar como cantiga de felicidade, sendo nosso poema de amor e ternura.
São João Nepomuceno será, podem ter certeza, um sorriso gentil entre colinas, porque voltará a ser a flor das cidades!...


terça-feira, 17 de julho de 2012

DOIS PREFEITOS



Por Jocarlosbarroso
A política são-joanense começa buliçosa e, fervente, e já neste último sábado chegou arrebentando, com uma grande novidade, principalmente para quem sempre abominou o retrocesso. 
Chegou e com uma posição contraria que foge aos interesses coletivos, para atender ao próprio ego, tornando – o dia após dia impossível.
Pois bem, mas a novidade trazida pelo vice – prefeito em festiva inauguração de seu birô foi quando de viva voz e, em bom tom disse ao povo que rodeava diminuto espaço, de que agora estavam apresentando na realidade dois candidatos a prefeito.
Primeiramente ficamos preocupados com o pagamento de dois prefeitos, pelo município, pois não sei se comportaria mais um gasto desse nível, depois pensando melhor a novidade nos levou até a Grecia.
O político meus caros retrocedeu no tempo chegando à cidade de Esparta, quando os reis da cidade-Estado governavam através de um sistema conhecido como diarquia, onde dois reis de família diferentes governavam com iguais poderes.
Na verdade a origem desta singularidade monárquica ainda não está perfeitamente esclarecida pelos historiadores que aventaram a hipótese de que a instituição foi um compromisso entre duas famílias poderosas no período de criação do estado espartano no período arcaico (séculos VIII - VI a.C.).
Os dois reis tinham poderes absolutamente iguais nas atribuições religiosas, políticas, administrativas e judiciárias.
Embora o regime seja anacrônico (em desacordo com o atual, em desuso) o candidato se pôs de satisfeito, e discursou de forma entusiasta em defesa da diarquia da qual naquele momento difundia, e assumia, embora saibamos que verdadeiramente o modelo espartano tinha lá suas diferenças e preferências, o seu assemelhado aqui em São João também possui.
A inovação foi tão grande que não convenceu, apenas acrescentou força ao ridículo.
Mas em momentos mais contundentes da fala do político são-joanense, digo espartano é que ficou ele sem saber quem no período de guerra seria o comandante supremo do exército e, quem seria do sacerdócio; assim enquanto um rei protegia Esparta, o outro ia para o combate. Isto deve tê-lo espantado certamente.
Que dúvida atroz quem seria o primeiro combatente? Pois bem logo e, no inicio da semana um deles se pôs à frente, como comandante espartano responsável pelo exercito, pois em uma rádio partiu desferindo entre linhas farpas de cinismo, como se fosse o comandante supremo do exercito.
Seus arroubos de entusiasmo acabaram por condená-lo ao cadafalso, porquanto o desdenhar nos pareceu mais rico do que a própria riqueza perniciosa, de que detém.
A sua fala foi um desastre e ninguém por mais que aparentasse o desejo de conte-lo nada adiantava. O comandante supremo do exercito se mostrou ambíguo, com procedimento de incerteza, de insegurança total.
A continuarem assim serão duas flechadas e dois abatimentos.
Não há aqui interesse algum de macular quem quer que seja, apenas colocarmos no vulcão das vaidades uma pitada de comicidade.