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CÉLIO É 14 |
Por José Carlos Barroso
Esta
foto talvez possa ajudar – nos a confirmar, formar, ou reformar nossa opinião,
mas para tanto primeiro preste bem atenção e, a cada pergunta dê sua resposta a
si mesmo. Vamos lá, porque a imagem fala mais do que mil palavras.
Você
conhece bem Célio Ferraz, o homem do balaio, como gosto de me referir a ele?
Você
conhece a sua historia de vida, onde nasceu, sabe das dificuldades que
enfrentou, para vencer?
Você
conhece a sua historia como homem público, desde seu principio, e mais ainda
como prefeito de nossa terra?
Conhece
o que ele fez para nossa gente, como num todo e, principalmente para os mais
necessitados?
Desculpem-me,
mas quem não o conhece não tem o direito de julgá-lo principalmente de
execrá-lo, porque peca por falar demais e o que nada sabe. Pega por ser juiz sem
toga além de causa.
Então,
mais uma vez repare a foto, veja a expressão de admiração da criança, que
mostra ainda um carinho ao tocá-lo, imaginando-o certamente ser ele o seu herói.
Alias estamos carentes de heróis.
Note
que os olhares são recíprocos e, verdadeiros, assim como o abraço do herói e, o
toque despretensioso da criança, como que quisesse saber se ele era mesmo de
verdade, externando pelo gesto suave de suas pequeninas mãos todo o seu amor.
Naturalmente naquele momento ele estaria vendo, que os heróis podem existir é
só imaginar, sonhar, ser criança enfim.
Reparem
os olhos dos dois. A criança fitando-o fixamente, espontaneamente alegre pela
sua grande descoberta, ele, balaio, segura aquele pequenino como seu, e ele é
seu, porque se você o conhece bem, certamente deve saber que em sua primeira
eleição as caminhadas foram marcadas pelas crianças, que ao som inocente de um
ilariê, arrastavam uns cem números delas, para ver o balainho, numa perfeita
reedição do show da Xuxa.
A
criança em seu tempo foi olhada com esse carinho da fotografia, que é também a
fotografia de um coração magnânimo.
Muitos
sabem o que estou a dizer e, esse apelido “BALAINHO” é a revelação singela,
daquele que é simples, porque sabe o que significa simplicidade, afinal ele desde
criança vive essa singeleza, apresentando caráter próprio, não modificado por
elementos estranhos e externos, sendo probo e franco naturalmente, mas com
desafetação absoluta com quem da mesma forma se expressa.
A
criança para ele foi sempre um imaculado tesouro, e por isso veio o “leite de
soja” e os invejosos inertes tanto fizeram que o condenaram a masmorra da
ignorância, soterrando como lixo um programa que verdadeiramente dava certo.
Infelizmente
o funeral desse programa veio acontecer pelas mãos de uma pediatra, que sabe bem
o que significa a alimentação com a soja, principalmente para os alérgicos.
Triste fim!