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Foto de Flavio Vitoi retirada da internet |
Por José Carlos Barroso
Tenho certeza que aquela imagem distorcida propositalmente, e covardemente, levada ao público ao inicio da administração de Edmea Moreira Machado,
não deve ter saído da mente de muitos são-joanenses, honestos e conscienciosos.
Na ocasião alguns veículos, foram estigmatizados com a irrogação
da pecha de IMPRESTÁVEIS.
E agora ao se aproximar o dia da retirada dessa facção
oligárquica, que reinou por oito anos será que vai ser diferente do tempo que
acusaram?
Será que mostrarão ao final ao povo as suas teias de mentiras e, abusos, como as conseqüências de suas perseguições e, toda artimanha para vencerem, como um dia fizeram, quando do alto deixaram cair aquela tempestade de sordidez? Lembram disso?
Acho que não, a julgar pelos últimos acontecimentos, quando o
repasse de numerário para o Hospital São João ainda não aconteceu, quando até a
presente data o pagamento de salário dos
funcionários referente ao mês de setembro ainda, não foi feito, quando muitos
medicamentos estão faltando nas prateleiras da farmácia da Policlínica, quando
médicos, dentistas, agentes de saúde, e agentes de doenças endêmicas e, outros
têm os seus contratos unilateralmente rescindidos, quando muitos não tiveram a
alegria de ter visto a sua aprovação no ultimo concurso público realizado pela
Prefeitura efetivada em razão de falta de registro junto ao Tribunal de Contas
do Estado.
Bem isso é o que estamos ouvindo por aí, como
se diz popularmente, através da “rádio pião”, como também estamos ouvindo que os
apaniguados do governo, continuam recebendo benesses, e assim permanecerão até o
derradeiro dia. Enquanto isso o povo que se exploda. A ele todo o desprezo. Será que o povo merece isso?
No entanto é bom que se diga que esses
problemas tempestuosos que estão ocorrendo são advindos da campanha eleitoral. São resquícios
de improbidade, quando utilizaram a “máquina administrativa” para ver se abiscoitavam
mais uma vez as eleições municipais.
Quanto à contabilidade da prefeitura no tocante as contas, espero que não precisem
de marreta para fechá-la, porque a coisa deve estar um caos.
Enfim confesso que soa bem ouvir “EU VOLTEI PORQUE O POVO ME CHAMOU!”.