GALÁCIA

GALÁCIA


José Carlos Barroso



Sempre me encantou a
vida de Paulo, então parti para a Galácia , era minha primeira viagem depois da libertinagem.

Ouvi os capítulos, e no quinto meditei os versículos. caminhei do dezesseis, e cheguei ao vinte e seis.

Peregrinei em Filipo, d
o um ao quatro, mas se a Galácia foi salvação, em Filipo um, encontrei a redenção.

No versículo vinte e um me aprofundei fui a frente ajoelhei no “Viver é Cristo Morrer é lucro”.



sábado, 16 de novembro de 2013

O DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA



SERÁ MESMO QUE ELES MERECEM SÓ ISSO?
Por José Carlos Barroso

A Câmara de vereadores são-joanense esteve reunida nesse dia 14 último para  discussão e votação da revogação da Lei que criou o DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA no município (feriado municipal), quando então deparei no face book, com uma postagem de um de nossos nobres representantes e, já lhes adianto, que nada há de pessoal contra quem quer que seja. O debate deve estar sempre voltado para o campo das idéias e jamais para o das pessoas Vejamos ipsis litteris:

“Eu e os demais vereadores votamos conscientes de que estaríamos homenageando a nossa cultura, nossas raízes, nossa gente...infelizmente para a classe patronal... muitas vezes atrapalha mais um feriado, em que a produção, menos lucro, impostos, e que martirizam até os próprios chineses que vendem suas mercadorias mais em conta, acessíveis ao bolso do cidadão...Inconstitucional seria não preservar nossa cultura e fazer valer o DIREITO LEGÍTIMO de uma classe extremamente produtiva e digna que somos todos nós...os afro-descendentes brasileiros...Parabéns a todos por essa data democraticamente merecedora!!!”

A postagem do parlamentar municipal levou-me a sopesar sobre o assunto e posicionar-me, quanto à matéria e a sua complexidade.

Será mesmo Senhores Vereadores, que Vossas Excelências estão conscientes de que com um feriado insípido desses, estarão a homenagear a cultura, e nossas raízes? Será mesmo que pensam que basta aos negros são-joanenses um feriado, apático, literalmente “sem açúcar e sem afeto” parafraseando Chico Buarque? Será mesmo que podem Vossas Excelências se vangloriarem de vossas consciências?

Que me desculpem os que pensam contrários, mas não se constrói um País através de feriados como querem, ou pensam para que fiquemos livre do trabalho, corroborando e endossando a apatia e a inércia. Um País se faz com trabalho digno, com muita consciência e, com respeito a todos de uma comunidade jamais com feriados que só fazem por empanar essa macula absurda chamada ESCRAVIDÃO.

“Não precisamos de um dia de consciência negra, parda, branca, albina, ou amarela, precisamos de 365 dias de CONSCIÊNCIA HUMANA!!” Pensem nisto Senhores Vereadores antes de tratarem de temas complexos como o presente!

Meus prezados, o respeito, a dignidade deve ser à base da eqüidade que esse povo sempre sonhou. A homenagem que Vossas Excelências querem imprimir como autoridades representativas do povo deveriam ser a de não permitir que todos esses nossos irmãos negros venham ser subjugados e, humilhados como foram.

Desculpem-me, mas não há nesse pensamento, a mínima consciência e, sim a maior das inconseqüências, ou o maior dos equívocos, infelizmente!

Sejam sabedores, ilustres representantes do povo, que esta “homenagem” se é assim que a chamam, é muito pouco para um povo sofrido e humilhado, vocês acabam de lhes dar uma pílula consoladora de farinha e água depois que eles viveram as pechas da incompreensão sempre contrárias ao bom senso, à razão, e a verdade.

Para terminar, e para que todos tomem conhecimento, orgulha-me o sangue que corre em minha veia, o sangue do povo de ZUMBI, orgulha-me ser parte de uma miscigenação, orgulha-me mais ainda ter sido criado por uma “mãe do coração”, que talvez alguns de Vossas Excelências tenham conhecido – a LALA - um doce de nome, de quatro letras apenas, assim como o AMOR, para um doce de mulher, mulher pura, meiga, simples, uma digna representante desse povo negro, que emprestou-nos o sangue para vivermos, que deu-nos a dignidade para sermos gente, e abominarmos o pesadelo que viveram e ainda vivem.

As minhas homenagens não deixarão de existir, mesmo e principalmente que seja contrário a esse “feriadozinho” que pouco, ou nada representa perto da magnanimidade do coração dos homens e mulheres dessa raça de beleza e significado imensurável!!

O que espero e que possamos continuar a viver os ideais do povo negro, os ideais de LIBERDADE!

 LIBERDADE!!!

domingo, 29 de setembro de 2013

EU COLOQUEI ASA NUM URUBU MORTO




Por José Carlos Barroso

P
ois bem e, não é que é isso mesmo! Acreditamos tanto, sonhamos mais ainda, e acabamos por ver o triunfo das nulidades.

Ao longo da vida é comum que passemos a viver decepções de quando em vez, e a cada uma delas vivida, o mundo nos parece desabar, quando aqueles que são dados a inércia se unem aos que não menos se dão aos mexericos, e acabam formando uma sensacional dupla do incômodo.

Ao primeiro que se consagra por ficar em repouso, mesmo que forças sejam exercidas sobre ele, lhe sobrevém o flerte, a admiração, aos sediciosos, que se sobressaem pela virilidade de tornar viva mesmo que seja uma pequena ação de maldade. É assim que se completam.

Então esses senhores ou senhoras poderiam receber como reconhecimento pelas façanhas perversas os epítetos nominais de inertes e mexeriqueiros sem problema algum e, isso lhes é pouco, pouquíssimo mesmo.

Tudo teve seu começo, quando pensamos que o urubu estava a roncar agonizante em seu ninho em razão da supressão de suas asas. Assim foi que pelo amor a causa e, diante da premente necessidade, resolvemos colocar asas no urubu para que ele pudesse voar novamente. Foi aí que o urubu novamente voou, e voou tanto que bicou nossos olhos.

            Mas a vida se não nos fez cético, nos fez confiante de que viveremos para assistir o nosso triunfo diante das nulidades, certos cada vez mais de que a decepção nos dói imensamente porque nunca vem do inimigo.

          E quantos urubus eu asas colocarei? Muitos, pois eu não sei ser um covarde e, mal agradecido como eles!  

sábado, 20 de julho de 2013

O CUIDADOR ...DA VIDA DOS OUTROS !


Por José Carlos Barroso

S
egundo o novo léxico Aurélio cuidador é aquele que cuida, já o adjetivo cuidadoso é aquele que tem ou denota cuidado, podendo ser ainda diligente, zeloso, já o verbo cuidar significa ter cuidado, ter cuidado consigo mesmo, com a sua saúde, a sua aparência ou apresentação.
Tenho observado, que depois das novas profissões surgidas, pela necessidade, como a do “cuidador de idosos”, ou “cuidador de família” “cuidador de crianças” outra profissão está nascendo na mesma esteira destas, ou seja, a de “cuidador da vida dos outros” ao invés de ter surgido a de “cuidador da própria vida” .
A propósito, brilhante, como preciosa a citação de Iandê Albuquerque sobre os cuidadores da vida alheia:
''O pior dos piores cuidadores de vida alheia, é aquele que mesmo com uma pia cheia de louças pra lavar, consegue guardar tempo pra falar da vida do outro. É o tipo... ''lava com uma mão e aponta com a outra. '' Aquele que não poupa tempo, que mesmo dentro de sua vida faz questão de bisbilhotar a do outro. O pior dos piores é o que vive, pratica e é apaixonado por perca de tempo. Um bom exemplo, cuidar da vida alheia é perder tempo da forma mais infeliz que existe. ''

No facebook a vida alheia, aquela que não é a sua e, nem da sua família, tem feito sucesso e, despertado um alto grau de interesse.
E olhem que isso não é mais típico de cidade pequena, mesmo na cidade grande, levando-se em consideração a correria, o dinamismo, a confusão, sobra tempo para as pessoas cuidarem além de um pouquinho de si, também dos outros.

Tenho notado que por aqui se cuida primeiro da vida alheia, depois da vida de mais um terceiro, depois de um conhecido e, como muitos se conhecem cuida-se da vida de todos, e se sobrar um segundo, ou um tempinho cuida-se da própria vida.

E não me venham com desculpas “esfarrapadas” de que se fala daquele por quem se tem o mínimo de importância e, consideração ou, por quem se tem carinho. Já pensaram se tiverem desprezo, asco, ou coisa semelhante?

Fala-se de qualquer cidadão, sem respeito, não importando o meio, sem pensar nas consequências principalmente as de danos morais.

Eu sei que a grande maioria não pensa nem age assim, e ainda bem que as coisas acontecem seguindo as veredas do respeito para com o próximo.

O progresso minha gente não consegue ser alcançado pelos que se dedicam com exclusividade ao tortuoso. As pessoas que cuidam do alheio só têm tempo para gastar o tempo se especializando e se tornando doutores em mexericos e fuxicos.  

Lamentável!
                                                                                                           
  














sexta-feira, 19 de julho de 2013

FOFOCA, MEXERICO, UMA REDE DE INTRIGAS:



Por José Carlos Barroso

Cavalos uma paixão como a educação
Esta mensagem é fruto de uma ordem, de um estudo, de observações, e deixo-a para vocês e para meu filho - Thiago, pois estaremos nos referindo ao grande mal conhecido como fofoca   
Pois bem, vamos iniciar com uma pequena historia.
Certa vez uma jovem senhora procurando um Pastor, disse ao mesmo: Pastor fiz uma fofoca e isso tem me deixado aborrecida, o que faço? O Pastor, homem sábio e voltado para as coisas de Deus disse a jovem senhora: primeiro você devera ter consciência daquilo que fez para tanto você terá que levar esse travesseiro de penas e, subir este monte, lá chegando aproveite o vento e desfaça de todas as penas jogando-as ao vento, depois desça, e procure-me.
E assim ela fez, procurou novamente o Pastor, perguntando-lhe o que fazer agora. O Pastor lhe disse então: suba o monte novamente, vá até o local que jogou as penas ao ar, e uma a uma recolha todas. Disse ela então ao Pastor: mas como farei isso não encontrarei nenhuma pena, porque naturalmente elas estarão em todos os lugares e não terei a menor chance e recolhê-las, isto será impossível.
E lhe disse o Pastor: Isto mesmo. Foi o que ocorreu, quando disse a sua fofoca. Todo mal que porventura tenha causado a alguém já se espalhou pela cidade, não há como repará-lo.
Que terrível mal! Mal espiritual que se inicia silenciosamente, certamente pela astúcia do demônio, que utiliza artimanhas incríveis para promover a derrocada da grande obra de Deus.
Se a pessoa sob a influência deste espírito (espírito de Jezebel ou Jezabel) não pode ser um líder, procura ganhar a confiança dos líderes a tal ponto que eles irão confidenciar suas fraquezas e até pecados que ela usará contra eles mesmos para dominá-los.

Quando esta pessoa apresenta-se servil é só para ganhar um lugar de influência e controle. E odeia os verdadeiros profetas porque eles condenam o pecado em todas as suas formas e entronizam Jesus como o Único Senhor e Comandante da Igreja.

Certamente você deve conhecer alguém com o espírito de Jezabel, figura bíblica que era casada com o rei Acabe, mas que era considerada uma mulher mandona, bruta, ambiciosa, que maquinava o mal e era principalmente, manipuladora.

Portanto, fique alerta meu filho, continue vigiando e orando, perseverante, amigo de Deus como é. Quanto a você que passa aflições em razão do espírito de Jezabel procure Deus, fonte inesgotável de água viva, que promove a sua redenção.
Procure fazer uso diário desta água, conhecendo as Escrituras, e assim estará purificando o seu coração, Jô 4.14 mas aquele que beber da [água] que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a [água] que eu lhe der se fará nele uma fonte de [água] que jorre para a vida eterna.
A água meus prezados, nos remete a ideia de purificação, de limpeza e assim é quando fazemos uso constante desta água viva Ef.5. 26 a fim de santificar, tendo-a purificado com a lavagem da [água], pela palavra,
E é assim que você será santificado, será uma bênção, longe das intrigas. Creia então.
Jo 7 38 Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de [água] viva.
Que Deus o abençoe, meu filho amado, e a todos vocês!.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

GENTE BIRUTA...?

AGORA EU ACHO QUI TEIM GENTE BIRUTA PURAQUI...

Por Zé Pirraça
Alô Tuma, alô gente, alô cambada!
Vô contá proceis, que eu num tô intendeno mais nada qui tá aconteceno puraqui, pois se ostro dia eu iscrivi qui tem gente cego, hoje eu falo proceis que tem gente biruta, pois tão quereno cê mais que o chefe.
Veja bem, veja bem, rodô cunversa na isquina e, dentro tamem, qui o chefe contratô uma secretaria e disserum qui ela sabe de tudo, e eu ouvi tamem que ela já foi um montão de coisa e, qui num é de hoje qui ela cunhece nossa cidade já foi inté professora.
Proceis vê só cume qui as coisa tá, argumas pessoa logo, logo, arribitarum as tanga e quiriam qui o chefe desse ispricação, pruque qui num consurtaram eis primero.
Teim gente inté qui falô qui ele divia tê preparado primeiro as pessôa. Oia só gente, teim gente quereno inté insiná o chefe. Mais genti, qui coisa mais feia meu deuso, qui ciumera é essa, ceis num sabe o qui é iararquia não? Teim coisa qui é sô da arçada de chefe e, ninguém doceis num teim qui dá piruada não, oceis teim é qui isperá pra mode dispois vê.
Eu vô falá pro ceis uma coisa, tinha um amigo meu qui eu cunhicia e, qui era professô, que falava assim: “não vá o sapatero além do chinelo”. Esse cara qui falô isso gostava de cunversá cum eu e, tava sempre falano esses ditado. Dizia ele que era “ditado populare”, e eu qui num sabia o qui era isso, ficava bem caladim, cê besta sô, o home era gozadô prá disgraçá!
E por falá nisso foi esse professô há muito tempo atrais, qui troxe essa tar secretaria pra dá aula na iscola normá, e oia eu vô falá pro ceis, a muié é duma competença, sabe tudo a danada, e sabe bem mais do que aqueis qui tão falano, que dizê, fazeno ti ti ti, fazeno barui iguarzim a biscoto de povío.
Oceis já pensaro si a moda pega, num ia tê mais chefe, só ia tê caciqui, só ia tê manda chuva. Oceis seus mitido a chefe, teim é qui pará cum essa bubiça, oceis num iscolerum o chefe agora teim qui cunfiá nele, num é ficá falano pelos canto, e pelas isquina não, parece inté qui oceis num cunhece o chefe de oceis.
Toma tenença gente, na minha humirde opinião o chefe pensô arto pensô cum a cabeça de inteligença. É iguá ele fala: TEIM QUI TÊ COMPETENÇA, TEIM QUI TRABAIÁ se não oceis já sabe!   


terça-feira, 4 de junho de 2013

DESTA VEZ ELE FOI O ESCOLHIDO!



Por José Carlos Barroso

Graças a Deus eu voltei, a saudade dói, mas a esperança é a última que morre”! (Mangangá)

Foto de Salete Garcia SJonline

Iniciamos com esta bela frase, dita por um amigo ao inicio da abertura da 41ª EXPO e, em sua apresentação depois de oito anos. Foi a sua oração de agradecimento a Deus em meio a grande emoção.
O meu amigo Mangangá vem se apresentando seguidamente desde as primeiras exposições, quando o parque ainda era muito simples tal como era a estrutura de palco, e a sonorização que lhe servia, porém foi impedido, tal como outros de realizar o seu sonho.
Mangangá é homem simplório, homem acostumado com a lida no campo, mas a música é a sua paixão, e fico pensando como deve ter-lhe doído o coração se ver, e se sentir fora dos palcos, e por quantas vezes deve ter chorado de saudade, como o cancioneiro que perdeu a sua amada.
Analisando esta sua frase tenho a nítida impressão que o meu amigo Mangangá também foi escolhido por Deus, já que Ele escolheu as coisas mais sensíveis, mais frágeis e menores pra realizar as suas obras, como escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios, e os nobres, frustrando decididamente o orgulho dos homens prepotentes.

Como podemos ler em I Coríntios 1.26.29 Ora, vede irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. 27 Pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes; 28 e Deus escolheu as coisas ignóbeis do mundo, e as desprezadas, e as que não são, para reduzir a nada as que são; 29 para que nenhum mortal se glorie na presença de Deus.

A vanglória dos homens, todo o seu orgulho é não estar presente em Deus, o que é uma pena, pois somente Ele é a sabedoria, a justiça, nossa redenção, e nossa salvação em qualquer dos tempos.
Assim o apóstolo Paulo escreveu à Igreja de Corinto levando até eles a conduta da verdade, fazendo com que a mensagem da cruz prosperasse naquele importante centro, que àquela altura por honra de seus filhos tinha cingido a igreja de Cristo em facções.
Mostrou a todos, o amor, fazendo-os pensar e recordar a vinda de Cristo Jesus. 
Deus não é suscetível às ações humanas, que configuram orgulho e vangloria e por isto agiu escolhendo os pequenos e a pequenez.
Veja bem: Deus escolheu um bebe – Moises – e colocou-o dentro de um palácio para salvar o seu povo do julgo dos faraós.
Deus escolheu o pequeno David para derrotar o poderoso Golias, usando uma funda, objeto muito simples, que dele se utilizou para lançar uma pequenina pedra e assim vencesse o gigante.
Escolheu Gideão, que com apenas trezentos homens venceu os midianitas.
Deus escolheu Abrão um homem, com idade avançada e sua mulher Sara, velha e estéril para gerarem uma nação.
Deus escolheu uma menina para dizer a um poderoso homem como Naamã comandante do exercito do rei da Síria, que só o Senhor de Israel salva para assim curá-lo da lepra e salva-lo.
Deus escolheu um estábulo e uma manjedoura para nascimento de Seu Filho em Belém para que Ele salvasse o mundo.
Deus escolheu a cidade de Nazaré, pequena e desprezada para seu filho viver.
Deus escolheu um pequeno rio, o Rio Jordão, para que suas águas pudessem batizar o Seu Filho Unigênito.
A Bíblia está recheada de passagens que nos mostram as preferências de Deus.
E assim Deus escolheu o meu amigo Mangangá, pela sua pequenez, Ele o viu como criança, temente a Deus, agradecido e, através desse artista mostrou aos que se enganam e pensam serem grandes, que eles nada são, ou são apenas um vento que passa!
Parabéns Mangangá, você foi o cara!