GALÁCIA

GALÁCIA


José Carlos Barroso



Sempre me encantou a
vida de Paulo, então parti para a Galácia , era minha primeira viagem depois da libertinagem.

Ouvi os capítulos, e no quinto meditei os versículos. caminhei do dezesseis, e cheguei ao vinte e seis.

Peregrinei em Filipo, d
o um ao quatro, mas se a Galácia foi salvação, em Filipo um, encontrei a redenção.

No versículo vinte e um me aprofundei fui a frente ajoelhei no “Viver é Cristo Morrer é lucro”.



sexta-feira, 7 de junho de 2013

GENTE BIRUTA...?

AGORA EU ACHO QUI TEIM GENTE BIRUTA PURAQUI...

Por Zé Pirraça
Alô Tuma, alô gente, alô cambada!
Vô contá proceis, que eu num tô intendeno mais nada qui tá aconteceno puraqui, pois se ostro dia eu iscrivi qui tem gente cego, hoje eu falo proceis que tem gente biruta, pois tão quereno cê mais que o chefe.
Veja bem, veja bem, rodô cunversa na isquina e, dentro tamem, qui o chefe contratô uma secretaria e disserum qui ela sabe de tudo, e eu ouvi tamem que ela já foi um montão de coisa e, qui num é de hoje qui ela cunhece nossa cidade já foi inté professora.
Proceis vê só cume qui as coisa tá, argumas pessoa logo, logo, arribitarum as tanga e quiriam qui o chefe desse ispricação, pruque qui num consurtaram eis primero.
Teim gente inté qui falô qui ele divia tê preparado primeiro as pessôa. Oia só gente, teim gente quereno inté insiná o chefe. Mais genti, qui coisa mais feia meu deuso, qui ciumera é essa, ceis num sabe o qui é iararquia não? Teim coisa qui é sô da arçada de chefe e, ninguém doceis num teim qui dá piruada não, oceis teim é qui isperá pra mode dispois vê.
Eu vô falá pro ceis uma coisa, tinha um amigo meu qui eu cunhicia e, qui era professô, que falava assim: “não vá o sapatero além do chinelo”. Esse cara qui falô isso gostava de cunversá cum eu e, tava sempre falano esses ditado. Dizia ele que era “ditado populare”, e eu qui num sabia o qui era isso, ficava bem caladim, cê besta sô, o home era gozadô prá disgraçá!
E por falá nisso foi esse professô há muito tempo atrais, qui troxe essa tar secretaria pra dá aula na iscola normá, e oia eu vô falá pro ceis, a muié é duma competença, sabe tudo a danada, e sabe bem mais do que aqueis qui tão falano, que dizê, fazeno ti ti ti, fazeno barui iguarzim a biscoto de povío.
Oceis já pensaro si a moda pega, num ia tê mais chefe, só ia tê caciqui, só ia tê manda chuva. Oceis seus mitido a chefe, teim é qui pará cum essa bubiça, oceis num iscolerum o chefe agora teim qui cunfiá nele, num é ficá falano pelos canto, e pelas isquina não, parece inté qui oceis num cunhece o chefe de oceis.
Toma tenença gente, na minha humirde opinião o chefe pensô arto pensô cum a cabeça de inteligença. É iguá ele fala: TEIM QUI TÊ COMPETENÇA, TEIM QUI TRABAIÁ se não oceis já sabe!   


terça-feira, 4 de junho de 2013

DESTA VEZ ELE FOI O ESCOLHIDO!



Por José Carlos Barroso

Graças a Deus eu voltei, a saudade dói, mas a esperança é a última que morre”! (Mangangá)

Foto de Salete Garcia SJonline

Iniciamos com esta bela frase, dita por um amigo ao inicio da abertura da 41ª EXPO e, em sua apresentação depois de oito anos. Foi a sua oração de agradecimento a Deus em meio a grande emoção.
O meu amigo Mangangá vem se apresentando seguidamente desde as primeiras exposições, quando o parque ainda era muito simples tal como era a estrutura de palco, e a sonorização que lhe servia, porém foi impedido, tal como outros de realizar o seu sonho.
Mangangá é homem simplório, homem acostumado com a lida no campo, mas a música é a sua paixão, e fico pensando como deve ter-lhe doído o coração se ver, e se sentir fora dos palcos, e por quantas vezes deve ter chorado de saudade, como o cancioneiro que perdeu a sua amada.
Analisando esta sua frase tenho a nítida impressão que o meu amigo Mangangá também foi escolhido por Deus, já que Ele escolheu as coisas mais sensíveis, mais frágeis e menores pra realizar as suas obras, como escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios, e os nobres, frustrando decididamente o orgulho dos homens prepotentes.

Como podemos ler em I Coríntios 1.26.29 Ora, vede irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. 27 Pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes; 28 e Deus escolheu as coisas ignóbeis do mundo, e as desprezadas, e as que não são, para reduzir a nada as que são; 29 para que nenhum mortal se glorie na presença de Deus.

A vanglória dos homens, todo o seu orgulho é não estar presente em Deus, o que é uma pena, pois somente Ele é a sabedoria, a justiça, nossa redenção, e nossa salvação em qualquer dos tempos.
Assim o apóstolo Paulo escreveu à Igreja de Corinto levando até eles a conduta da verdade, fazendo com que a mensagem da cruz prosperasse naquele importante centro, que àquela altura por honra de seus filhos tinha cingido a igreja de Cristo em facções.
Mostrou a todos, o amor, fazendo-os pensar e recordar a vinda de Cristo Jesus. 
Deus não é suscetível às ações humanas, que configuram orgulho e vangloria e por isto agiu escolhendo os pequenos e a pequenez.
Veja bem: Deus escolheu um bebe – Moises – e colocou-o dentro de um palácio para salvar o seu povo do julgo dos faraós.
Deus escolheu o pequeno David para derrotar o poderoso Golias, usando uma funda, objeto muito simples, que dele se utilizou para lançar uma pequenina pedra e assim vencesse o gigante.
Escolheu Gideão, que com apenas trezentos homens venceu os midianitas.
Deus escolheu Abrão um homem, com idade avançada e sua mulher Sara, velha e estéril para gerarem uma nação.
Deus escolheu uma menina para dizer a um poderoso homem como Naamã comandante do exercito do rei da Síria, que só o Senhor de Israel salva para assim curá-lo da lepra e salva-lo.
Deus escolheu um estábulo e uma manjedoura para nascimento de Seu Filho em Belém para que Ele salvasse o mundo.
Deus escolheu a cidade de Nazaré, pequena e desprezada para seu filho viver.
Deus escolheu um pequeno rio, o Rio Jordão, para que suas águas pudessem batizar o Seu Filho Unigênito.
A Bíblia está recheada de passagens que nos mostram as preferências de Deus.
E assim Deus escolheu o meu amigo Mangangá, pela sua pequenez, Ele o viu como criança, temente a Deus, agradecido e, através desse artista mostrou aos que se enganam e pensam serem grandes, que eles nada são, ou são apenas um vento que passa!
Parabéns Mangangá, você foi o cara!

terça-feira, 28 de maio de 2013

SERÁ QUE O PREFEITO VAI .....

OS NOVOS DECRETOS DO PREFEITO...
Por José Carlos Barroso

Quando me contaram eu não acreditei, mas esperei a notícia chegar de fontes verossímeis, e ela veio da mesma forma, sem tirarmos uma vírgula si quer!
O primeiro decreto será em atendimento aos moradores de um dos bairros da cidade, que solicitaram ao Prefeito a paralisação do recapeamento dos buracos do bairro principalmente, porque os motoristas e pilotos vão fazer do bairro um espaço para corridas, e as ruas vão servir para as famosas competições conhecidas como “pegas”.
O segundo decreto será em atendimento a alguns cidadãos insatisfeitos, pois os dias dedicados a Exposição Agropecuária do Município tiveram entrada franca, para se assistir os diversos shows contratados, como por exemplo, o Paralamas do Sucesso.
Antes, porém é bom avisar aos desinformados de plantão que isso não é uma anedota, porque agora isso virou moda, ou seja, falar o que não se sabe,ou desvirtuar a verdade tornando-a mentira, hoje o prato preferido dos membros do “PRM”.
Será que essa mesma turma se lembra que os diversos artistas da cidade e região passaram oito longos, e tenebrosos anos sem uma chance por menor que fosse para se apresentar na Expo? Será que eles também se lembram que o povo, o mesmo que dá o seu voto pagava duas vezes para ver um show, ou seja, pagava os seus impostos, e depois pagava novamente na portaria da Exposição?
Mas meus prezados, isso de fato aconteceu, pois alguns cidadãos estão desapontados, e ainda indignados, com a atitude do Prefeito. É mole? Vai entender essa gente...
Para vocês aquilatarem o Show do Paralamas em Juiz de Fora custou aos bolsos do povo à quantia de R$150,00 (cento e cinqüenta reais) e no Rio Grande do Sul em recinto fechado o ingresso dá mesma banda saiu ao preço “simbólico” de R$1.000,00 (mil reais).
Penso eu que o entendimento e, a compreensão dos cidadãos não está valendo um “tostão furado”. Tenho a impressão que isso é “só pra contrariar”, e não estamos falando da turma do pagode não, estamos falando é do cidadão descontente, insatisfeito porque se está fazendo para um povo esquecido, mas se fosse ao contrário se nada estivesse sendo feito estariam falando do mesmo jeito. Infelizmente estamos diante do “Se correr o bicho pega se parar o bicho come!”

Esses descontentes e recalcados, amantes de picuinhas, não conhecem o “DAÍ A CESAR O QUE É DE CESAR”    

CEGO É AQUELE QUE NUM QUÊ VÊ!

OIA QUI TEIM GENTE CEGO PRURAQUI...
Por Zé Pirraça

Alô gente, alô tuma, alô cambada!
Ostro dia, dimanhazim, eu tava no Bar Central, o rádio tava ligado numa radia e, eu num sei pruque qui meus ouvido tavam aberto prá ouvi qui a ixpusição de graça num levô o púbrico!
Isso eu ouvi numa radia, vai inscutano, e quem tava falano era um variador, naturarmente ele deve tê ido lá todos os dia e, acho inté qui ele drumiu lá. Mai num é uma bobice danada, acho que é inté uma criancice esse negócio de eu fiz mió, ocê fez pió, ceis tamem num acha? Ou qui minha culega é qui sabe fazê as coisa, e ocêis num sabe nada!
Oia tuma, vô contá pro ceis qui eu tenho um amigo qui já feiz muita ixpusição, e ele me contô qui já viu muita coisa, e falô pra eu, qui tinha gente pra daná tudo, e qui teve dia inté qui vazô pro ladrão e, ele me disse ainda qui teim muito tempo qui ele num vê tanta gente num lugá só pru essas banda.
Oia gente tem gosto pra tudo gente, tem gosto inté pro mau gosto, como tem gente qui pensa dum jeito e tem gente qui pensa do otro. Tem prefeito qui pensa em fazê o povo gastá com show, mais tem otros qui pensa em dá portunidade pros artista da casa. Tens uns qui pensa nos pobre, e faiz ixpusição de graça, já tem otros qui só pensa neis nas eleição.
Esse tra lá lá é bestera, é pra inchê lingüiça, ou pra inche o saco, é coisa de genti piquena, fazedô de fofoca, eis tem qui sabê qui o povo num é bobo. Será qui eis pensa qui o povo acha qui argúem ficô contano os qui intraro e os qui sairu? Essa cambada teim qui pará e, trabaia fazeno projeto bão pru povo.
Eu bem sei qui isso é dô de cutuvelo, qui ele tava falano só pra impricá, ou pra cê do contra. Im alinhais, teim abeiudo de prantão, qui num sai da Câmara e nem da Prefeitura, tô achano inté qui eis num tão trabaiano mais. E tão falano qui eis são de um tal de PRM, eu num sei qui qui é isso e num quero sabê.
EU SEI É QUI TEIM GENTE CEGO PRURAQUI, DO TIPO DAQUEIS QUI SÓ É MAIÔ PRU QUE NUM QUÉ VÊ SEU TAMANHUZIM (Tô inté fazeno frase bunita!)
Eu confesso pro seis qui dispois qui eu ouvi o tar sujeitim, deu uma vontade de eu trucá no meio da fala do moço, mais eu sigurei, e eu dispidi logo dos meu culega e fui imbora prá num falá besteira.
Pensei assim cum os meu butão: mio memo eu i pro meu cantim, fui!!



sexta-feira, 17 de maio de 2013

QUE XATICE....TAMBÉM ELE É UM XATO ....


O INSISTENTE PODE SER UM “XATO”
Por José Carlos Barroso



Tem gente que não se enxerga, e preferindo ser insistente acaba por ser impertinente, pois fala de maneira ofensiva, inconveniente, importuna, e assim passa a ser chato, e como dizia o meu velho amigo filosofo são-joanense, conseguindo ser tão chato, que se torna um chato com X (XATO).
Para que você possa aquilatar o grau de chatice de um “xato” esse é aquele que está a nível bem acima daquele que é insistente, ou que é um maçante rabugento, sendo a boca de outro, que se acha inteligente, mas não passa de um tímido, pérfido.
Pois bem, e esse primeiro a quem hoje me refiro chega as extremidades da “xatice” quando usa de um cacoete dos mais pernósticos, falando “são meio dia e meio”! Ou “faltam um minuto” Gente isto até dói!  
E é esse “XATO” que volta e meia procura um jeitinho para como “boca nervosa” espezinhar a quem por osmose passou a não aceitar já que o seu mentor é quem abomina, mas, porém inábil, sem coragem prefere o silêncio, e fica a ouvi-lo vociferar baboseiras, quando passa a dirigir censuras, ou reclamações de forma crônica.
Na verdade formam uma boa dupla de rancorosos. São eles as “baratinhas”, pois mordem e assopram. Assim o primeiro manda, e o segundo executa. Mas só não explicam por que ficaram em silêncio por tantos anos. Mas tem gente que não sabe, agora nós sabemos por quê!
E olhem, que eles têm feito escola, e nesse cenário já aparecem outros, que se achando o ultimo “biscoitinho” do pacote, já começam a pôr as manguinhas de fora.
É assim mesmo, “O incapaz joga pedra na árvore de frutos maduros, e não conseguindo derrubá-los, diz que os frutos estão verdes”. Moral da história: ele não conhece a escada, além de não saber como subi-la.
Vou terminar porque “faltam um minuto” e depois já “são meio dia e meio”. Isso é triste!
Aí vai uma pequena regrinha: o verbo “ser” obrigatoriamente concorda com o predicativo, quando indicar tempo, por isso não se fala, e nem se escreve no plural, e sim no singular: É MEIO DIA E MEIA (MEIA HORA)! 


sábado, 27 de abril de 2013


O ENFIM RECORRENTE... É O FIM

Por José Carlos Barroso


A palavra enfim, um advérbio de tempo, significa finalmente, afinal e, refere-se também a uma conclusão. Na seqüência enfim transmite uma noção ao final de alguma coisa.
Contudo alguns empregam esta palavra de forma repetida e, assim constituindo um vício, um cacoete, as vezes até fora do contexto, ou de forma conclusiva não o sendo.
É aí que aparece então como uma mania, com finalidade de serem muletas da linguagem como, por exemplo: meio que – tipo assim – a nível de – enfim – percebe – entende – veja bem – como eu estava falando – em quanto mãe, e uma série deles, que na verdade são complicadores da linguagem, pois são vícios de linguagem, com aplicação repetida incisiva, podendo ser notada mais nos discursos do que nos textos já que o seu emprego em textos poderá ser verificada a repetição e haver o ajuste, contrariamente ao discurso.
É uma maquiagem que vira vício, e ao contrário do que se pensa são mais do que muletas, pois há termos, expressões e raciocínios viciados, que ajudam a promover confusão na comunicação cotidiana.
Estamos destacando desta feita, o que temos ouvido por ocasião das entrevistas no rádio onde alguns comumente se utilizam do emprego de vícios complicadores, ênfase hoje para o “enfim” que trucidou nossa paciência, e feriu nossos ouvidos, já que após o seu emprego tanto a frase, como o raciocínio ficava incompleto e, esse “enfim” foi somente uma expressão anterior ao ponto final em uma frase, e nada mais do que isso.  
Inobstante, nem toda marcação repetitiva, é vício. Há expressões recorrentes, sem significado aparente numa frase, que servem antes para destacar partes do discurso ou reforçar um sentido. Algumas são até desejadas no meio em que ocorrem como é o caso dos telefonemas, onde é usual o emprego repetido do sim – do sei – e o aham – que não tem nada a haver com a mensagem.

O emprego do “enfim” me causou incomodo, pois quando o interlocutor em sua fala havia esgotado seus recursos de conhecimento, ou o seu vocabulário começava a se exaurir vinha logo um “enfim”, assim como por outras vezes eu ouvi o cê entendeu, enquanto isso, ou aquilo, ne, e o terrível a nível de. 

Assim meus caros o emprego do “enfim” como o que eu ouvi hoje, de uma forma mais do que recorrente “é o fim” (com trocadilho proposital)  

segunda-feira, 22 de abril de 2013


A IMPESSOALIDADE  DA VERBALIZAÇÃO
Por José Carlos Barroso

Às vezes os meios de comunicação podem servir como meio revelador da personalidade de quem os utiliza, seja para elevar, ou minguar aquele que articula de forma subjetiva, com fito claro de denegrir, passando a usar a verbalização imperfeita, com recheios de desconhecimento, e assim são acometidos de diarreia verbal, uma doença terrível, passando em seguida a fase do vomito de impropérios, revelando então a personalidade de um derrotado movido a ódio ostensivo e pernicioso.     
Pois bem é isto que temos visto a sobrepujar na mente oposicionista, como hoje tivemos o desprazer de escutar, mas se pensam, ou imaginam, que ninguém está a sopesar esse descontrole próprio dos vencidos, está redondamente enganado.
Como na fábula de Disney, os Irmãos Metralhas sempre se reúnem para planejar suas investiduras ao cofre, que guarda a fortuna de Tio Patinhas, mas nunca venceram, e acabam por terminar a historieta pranteando pelos seus insucessos e atrás das grades. Triste fim, pois não?
Esses aspirantes a político, que tem aparecido na esteira das desilusões têm revelado qualidade, e caráter impessoal, além de revelarem desconhecimento de causa, e por isso mesmo se tornado membros do RIDICULISMO (neologismo) significando, um grupo de pessoas dadas à veneração ao ridículo, também recebem lições de uma verbalização, que definem muito bem os apessoados de impersonalidade.
Mas o pior de tudo é essa turba (povo, cujas vozes cantam em coro) se assemelhar as baratas, quando ao discorrerem de forma impessoal agem, como diz o popular ditado como baratas “lambendo e mordendo”.        
Quando chegam a esse patamar são irreconhecíveis, pois mordem incisivamente, mas lambem de forma sínica para embaçarem as mordidas, as feridas, revelando uma incoerência incomensurável.
Mas podem ter a certeza (e vou colocar em destaque) de que vocês pela mediocridade não conseguem ser nem mesmo a caricatura dos defeitos de quem querem atingir com essa infame verbalização denegridora.
E novamente relembrando meu velho amigo filósofo são-joanense “Um gambá cheira o outro”.