GALÁCIA

GALÁCIA


José Carlos Barroso



Sempre me encantou a
vida de Paulo, então parti para a Galácia , era minha primeira viagem depois da libertinagem.

Ouvi os capítulos, e no quinto meditei os versículos. caminhei do dezesseis, e cheguei ao vinte e seis.

Peregrinei em Filipo, d
o um ao quatro, mas se a Galácia foi salvação, em Filipo um, encontrei a redenção.

No versículo vinte e um me aprofundei fui a frente ajoelhei no “Viver é Cristo Morrer é lucro”.



sexta-feira, 5 de outubro de 2012

FOTO QUE FALA!




Por José Carlos Barroso



A imagem sempre é reveladora, esta em especial nos desvenda a imagem matriarcal de uma mulher eleita por Deus para abrigar em seus braços os pequeninos, e carentes filhos do descuido, do erro, da promiscuidade, da ignorância, da desesperança, do desafeto, da falta de amor, filhos abandonados e mal amados, sem se descuidar um só instante daqueles que são queridos e adorados filhos dos conscienciosos.
Fico pensando, quantos braços esta mulher gostaria de possui para poder acariciar, abraçar, em seu colo abrigar, cada uma das crianças de nossa terra. Não sei se o seu amor é só pelas crianças, ou só por nossa terra, talvez pelas crianças de nossa terra, assim um misto de amores, já que seu coração é um imenso abrigo, e é em sua essência possuidora de uma alma transbordante, já que por vezes chega a se anular, para externar essa sede de afetos, todos os seus sentimentos e, paixões por esses pequenos seres indefesos.
Mas reparem a foto, notem a expressão do olhar de Dulcinéa, vejam se não carrega ela a mesma doçura de seu nome – DULCI, palavra do latim que significa doce – sendo assim é ela a mãe cuidadora, que surgiu na medida certa para dulcificar a vida dos pequeninos.
Que companheira escolheu Célio para ajudá-lo a dirigir nossa terra! Mas se também é Reggi, foi ela que acabou por reger essa grande orquestra de sentimentos, esse imenso coral que durante três meses se apresentou aqui e acolá um canto lindo de paz. 

QUE BARULHEIRA É ESTA? ISSO É POLITICA?



Por José Carlos Barroso



Será que campanha política é assim mesmo?
Carro de som em profusão, som alto ultrapassando o volume permitido em decibéis, com musicas da pior qualidade, músicas que com as letras originais já são terríveis, insuportáveis de ouvir, e com adaptações que lhes são acrescentadas pior ainda, é um horror, um inferno na cabeça do povo!
Estou neste momento ouvindo alguns discursos bem inflamados, que trazem um rancor descomunal, de fazer inveja aos desesperados e loucos. Quanta pequenez! Melhor fariam se caminhassem calados, conversando com cada eleitor, pois esse desespero mostra insegurança, além de demonstrar fraqueza, falta de princípios, desrespeito com o povo, que quer ouvir a verdade do silêncio. 
Os discursos seguem sempre a mesma toada, totalmente sem sentido, e as palavras faladas por quem não sabem o que significam soam como mentiras, pois tem candidato a vereador prometendo o que não podem realizar, ou candidatos a prefeitos vociferando pelos calçadões, pelas emissoras de rádio, pelas praças e ruas, demonstrando somente capacidade para falácias, ou se mostrando esmerados em provocações.
Há alguns a vida nada ensinou, a outros pouca coisa demonstrou, e a outros o passar dos anos apresentou lições de magnitude imensurável, de probidade e verdade, sobejando a paz, e a resignação e compreensão pela adversidade, pois ela é parte da vida.
Quanto aos fogos de artifício nada significam senão a vontade obstinada de possuir uma arma para desferir tiro certeiro na dignidade, na honradez, dos que clamam paz. E é assim que incomodam de forma pertinaz, todos, e eu costumo a falar “coitada da minha cadelinha” não sabendo falar o seu latido é a sua revolta pelos estampidos, que lhe perturbam os ouvidos. É a sua resposta a esses absurdos e desrespeitos até com os animais. Eu fico a pensar, quem é o irracional aqui? O bicho ou o homem? Logicamente que é o bicho homem.


Porém meu consolo é ouvir uma musica muito interessante, com som perfeito, nem mais nem menos, audível sim, música que nos fala muito mais do que tudo que até aqui se ouviu, que diz assim: Num fez nada, num fez nada, num fez nada, num fez nada, e vai por aí...falando verdade!
Três palavras apenas que servem como reflexão, que soam como um recado da verdade, aos donos desses absurdos, que ora apontamos.
Você tem alguma dúvida disso?
   

sábado, 15 de setembro de 2012

O QUE VOCÊ ACHA?



CÉLIO É 14
Por José Carlos Barroso


Esta foto talvez possa ajudar – nos a confirmar, formar, ou reformar nossa opinião, mas para tanto primeiro preste bem atenção e, a cada pergunta dê sua resposta a si mesmo. Vamos lá, porque a imagem fala mais do que mil palavras.
Você conhece bem Célio Ferraz, o homem do balaio, como gosto de me referir a ele?
Você conhece a sua historia de vida, onde nasceu, sabe das dificuldades que enfrentou, para vencer?
Você conhece a sua historia como homem público, desde seu principio, e mais ainda como prefeito de nossa terra?
Conhece o que ele fez para nossa gente, como num todo e, principalmente para os mais necessitados?
Desculpem-me, mas quem não o conhece não tem o direito de julgá-lo principalmente de execrá-lo, porque peca por falar demais e o que nada sabe. Pega por ser juiz sem toga além de causa.
Então, mais uma vez repare a foto, veja a expressão de admiração da criança, que mostra ainda um carinho ao tocá-lo, imaginando-o certamente ser ele o seu herói. Alias estamos carentes de heróis.   
Note que os olhares são recíprocos e, verdadeiros, assim como o abraço do herói e, o toque despretensioso da criança, como que quisesse saber se ele era mesmo de verdade, externando pelo gesto suave de suas pequeninas mãos todo o seu amor. Naturalmente naquele momento ele estaria vendo, que os heróis podem existir é só imaginar, sonhar, ser criança enfim.
Reparem os olhos dos dois. A criança fitando-o fixamente, espontaneamente alegre pela sua grande descoberta, ele, balaio, segura aquele pequenino como seu, e ele é seu, porque se você o conhece bem, certamente deve saber que em sua primeira eleição as caminhadas foram marcadas pelas crianças, que ao som inocente de um ilariê, arrastavam uns cem números delas, para ver o balainho, numa perfeita reedição do show da Xuxa.
A criança em seu tempo foi olhada com esse carinho da fotografia, que é também a fotografia de um coração magnânimo.
Muitos sabem o que estou a dizer e, esse apelido “BALAINHO” é a revelação singela, daquele que é simples, porque sabe o que significa simplicidade, afinal ele desde criança vive essa singeleza, apresentando caráter próprio, não modificado por elementos estranhos e externos, sendo probo e franco naturalmente, mas com desafetação absoluta com quem da mesma forma se expressa.
A criança para ele foi sempre um imaculado tesouro, e por isso veio o “leite de soja” e os invejosos inertes tanto fizeram que o condenaram a masmorra da ignorância, soterrando como lixo um programa que verdadeiramente dava certo.
Infelizmente o funeral desse programa veio acontecer pelas mãos de uma pediatra, que sabe bem o que significa a alimentação com a soja, principalmente para os alérgicos. Triste fim!       

domingo, 9 de setembro de 2012

O MERCADO DAS INFRAÇÕES:

Esta é uma das moedas de troca



Por José Carlos Barroso

Há quase oito anos um novo tipo de "mercadinho" vem se desenvolvendo em nossa cidade, com funcionamento de quatro em quatro anos. Quanto ao horário, este nunca é fixo podendo ser até mesmo pela madrugada, mas há sempre alguém de plantão em caso de extrema necessidade.
Além de tudo esse mercado possui uma estapafúrdia característica, que faz toda a diferença, porque não vende como os demais, lá apenas eles praticam a troca, voltando-se assim ao tempo das barganhas, quando eram comuns as transferências mútuas e simultâneas de coisas entre seus respectivos donos.
Mas fica claro, que somente na época eleitoral, que a um é dado apenas o beneficio das migalhas, sejam de cestas básicas, sacos de cimento, alguns metros de areia, tijolos, telhas, ou até de alguns canos, podendo haver ainda o aviamento de receitas de óculos, ou de dentaduras, e assim deixamos de ver existir a expressão sagrada da vontade, ou opinião num ato eleitoral. E ao outro apenas o voto (pouco não é mesmo), mas tudo não passa da troca direta de mercadorias, sem qualquer interveniência da moeda, tudo engodo, porque durante quatro anos, há muita oportunidade para locupletação.

E se a ceifa é grande também o é o número de mercadores, que como lucro da mercancia, recebe favores como algum cargo de confiança, ou benefícios especiais, como algum emprego indireto, mas tudo com cunho de trapaça, porque esse tipo de negócio sempre envolve uma transação fraudulenta, que dependendo pode exigir a aplicação de vários códigos, punindo-se assim todos os praticantes, que infringem as leis.
Para vocês verem como acontecem as coisas, aqui vai um exemplo:
Há pouco tempo atrás, uma certa coligação política de nossa cidade, a INCOMPETENCIA, OBSCURIOSIDADE, E SEM RESULTADO propôs junto a Justiça Eleitoral uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral entendendo que um determinado jornal estava praticando, ou pelo menos havia praticado propaganda política extemporânea, favorecendo assim o “homem do balaio”, conhecido não por ter sido verdureiro, mas arrebatador de votos, que encheram vários balaios, ou que houve abuso do poder econômico ou politico!
E bastou apenas isso para os avessos mostrarem toda a sua cólera, as suas garras luciferinas, afinal pode alguém simples, tipo um verdureiro ou, um, engraxate ocupar por três vezes o cargo de mandatário da cidade? Ah! Isso não, “gato borralheiro” por aqui não!
Bem, mas voltando a questão judicial esse grupo a partir da proposição da ação, disponibilizou a sua tropa para empreender um ataque de falácias, com os alardes ficando por conta de seus prosélitos, também conhecidos como asseclas, verdadeiramente os “puxa saco” os vulgares adeptos e, assim chamados vulgarmente pelos seus momentos de extrema subserviência.
Diziam eles: O BALAIO pode ganhar, mas não leva. Ele foi impugnado, não vai poder ser candidato, e um monte de besteiras e, mentiras, que foram se desfazendo com o passar do tempo, até que veio a sentença: Disse O Juiz Eleitoral: Ante o exposto JULGO IMPROCEDENTE o pedido inicial.
Eu do lado de cá no meu cantinho sempre dizia aos que me procuravam: “90% DO QUE ESSA GENTE FALA É MENTIRA SÓ 10% É INVENÇÃO”.
Então não acreditem nessa turma, não aceitem suas migalhas, mostre a sua inteligência!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

UMA TRADIÇÃO QUE SE DEFINHA



Por José Carlos Barroso
Fanfarra do Instituto Barroso em BH
Praça da Assembleia Legislativa



Pra inicio de conversa iniciamos as comemorações de hoje 7 de setembro, com uma tremenda gafe da senhora Prefeita dizendo que a independência tem 120 anos. Ora, ora, pelos meus cálculos a “continha” de subtração esta errada, pois se a independência se deu no ano de 1822 e, se estamos no ano de 2012, assim errou feio a prefeita, errou por cerca de 70 anos, e assim tirou zero nos cálculos.
Bem, mas enquanto eu assistia o desfile cívico militar, retornei ao passando ao passo em que tinha a certeza de que já vi e vivi sete de setembro melhores.
O primeiro macacão de apresentações usado pela Fanfarra do Instituto Barroso

Pois é, e quem já viu como eu vi, se espanta com o que vemos agora, pois vez por outra eu ouvi hoje: Desfile era quando estudávamos no Instituto Barroso, ou, desfile era no tempo do Sô Bi! Como ainda: e a fanfarra do Beto? Num te dá saudade não Zé? Aquele tempo era um espetáculo! Tem ex – aluno que se lembra até hoje como os alunos marchavam como soldados, tudo perfeito cadenciado e harmônico ao som dos bumbos, que comandavam o ritmo do desfile, com entremeios de sons de flauta doce e, liras, que se somavam aos gracejos das moças proporcionando ao publico um bailado das fitas, de beleza inconfundível, sob os olhares fixos de todos, enquanto acontecia paralelamente os exercícios das ginastas, que se contorciam, aumentando a riqueza daquele conjunto, e, olhem que faziam tudo por gosto mesmo.
Eu me lembro também dos famosos treinos de marcha no campo do Botafogo, que talvez fossem penosos, mas no dia do desfile era um orgulho só, como me lembro das noites e, madrugadas, quando ficávamos ouvindo discos e, retirando batidas, ou toques de corneta, diferentes para cada apresentação futura.
As aberturas das exposições de Leopoldina, de Ubá, as viagens a Descoberto e Rochedo como o dia emblemático em Santana do Deserto, esse dia ficou conhecido como o dia do leite! E a viagem a Belo Horizonte, um dia de vitória, lembro-me bem.   
Mas voltando aos tempos de hoje, notei com essa lembrança que nem mesmo o Tiro de Guerra se apresenta como antes.
Quanto às escolas então, elas literalmente “andam”, é um passeio sem sentido, despretensioso e, sem graça, sem garbo algum, onde é nítida a falta do interesse público, verdadeiramente falta patriotismo, me desculpem, mas é como eu vejo, porque não era assim.
Mas o que será que está acontecendo com a tradição desta cidade, já que é perceptível que está aos poucos se definhando e, mesmo assim, embora em menor número o povo comparece talvez esperando algo novo, diferente, mas nada!
Então não nos restava mais nada e, assim saímos depressa daquele lugar, abraçado pela saudade e, sufocado pela tristeza, certo de que em nossa mente essa tragédia grega, seria capaz de infundir espanto e piedade, decididamente ela não iria se esvair.
Mais uma vez restou-me a cena de um grupo de jovens sofrendo busca da policia militar por terem anunciado uma nova briga de gangues.
Assim a tradição vai se definhando até a morte e nós ficamos cada vez mais reféns da balburdia e destempero de uma crise social.

sábado, 25 de agosto de 2012

"O PATO E O MARRECO"




Por José Carlos Barroso

Constantemente a mídia publica fatos e candidatos bizarros da política nacional e, por aqui não é diferente, pois depois de bem observar a listagem, encontramos neste ano um pato e um marreco.
Longe de mim fazer alguma propaganda para qualquer um dos dois, não que não mereçam, pois são dois amigos, mas a observação merece revelação, já que talvez seja um fato político inédito.
Primeiro fui socorrer-me ao dicionário para ver o que Aurélio Buarque de Holanda tinha a nos oferece sobre o significado das palavras, quando então encontramos:


Pato: Ave anseriforme, anatídea, especialmente os de grande porte.

Marreco: Designação comum ao macho da ave anseriforme, anatídeo. No Brasil o nome é usado, para todos os anatídeos de pequeno porte. 

Daí em analise estamos frente a duas aves pertencentes à família das aves anseriformes, anatídeas, que contem bico largo, ambas aquáticas.
Assim nos parece que a diferença entre eles está mesmo no tamanho, mas mais à frente deparei-me com a expressão pato rouco, que vem a ser uma pessoa de voz rouquenha.
Bem mais aí as coisas mudam de figura, quando personificamos as aves de forma comparativa a esses dois amigos e candidatos, pois PATO ROUCO para nós é aquele que compõe e canta geralmente sambas de enredo, arte que executa como poucos e, pela maestria, já o MARRECO é aquele hoje advogado, que antes, quando ainda estudante era o menino que morava na casa ao lado do lago dos patinhos, (a criação daquelas aves era uma tradição de seus antepassados) que na verdade eram marrecos, e assim ficou ele na sua cidade conhecido.  
Voltando a política as duas “aves” digo, os dois candidatos pertencem a partidos antagônicos politicamente, mas que nos permitem observações como esta e, que naturalmente são apostos sem demérito a qualquer um deles, até porque assim também se identificam.
Quanto a musica ideal aos dois deve ser mesmo aquela de autoria de Vinicius de Morais e Toquinho, que faz parte do grande sucesso infantil A ARCA DE NOÉ!

domingo, 12 de agosto de 2012

ROLANDO.. . .O LERO LERO



Por José Carlos Barroso


Tem campanha política por aí, que vai rolando e, enrolando os menos desavisados, os que não gostam de política, com um lero lero (CONVERSA MOLE) de fazer inveja ao antigo personagem da escolinha do professor Raimundo (Chico Anísio), interpretado pelo grande e saudoso comediante Rogério Cardoso, pelo menos é o que transcende.
Por exemplo, o carro de som da coligação COMPETÊNCIA TRANSPARÊNCIA E RESULTADO através da tática da insistência vêm apresentando a doutora mandatária em seus oito anos de governo como àquela, que mais obras realizou, em tom de prepotência sem precedentes.
É a mensagem subliminar, utilizada quando o estímulo não é suficientemente intenso para que o indivíduo tome consciência da mensagem, assim de forma repetida atua no sentido de alcançar o efeito desejado. E é assim que procedem em toda mídia, seja escrita e falada.
E nessa esteira de ilusões repete e promete suas aleivosias ao ponto de fazer delas a verdade, mas por outro lado insistente diz não ser continuísmo e sim continuidade “pra São João continuar bem”.
Deste modo dá as palavras uma conotação subjetiva porque a CONTINUIDADE é a propriedade que caracteriza uma função contínua e, CONTINUÍSMO é a manobra política tendente à perpetuação, no poder, de uma pessoa ou de um grupo.
Qual a diferença? Não tem diferença alguma minha gente principalmente, quando estas palavras eles associam o slogan “Pra São João continuar bem”.
É, mas para o bom e sarcástico entendedor esse tal de “Pra São João continuar bem” pode soar diferente porque as mazelas, os defeitos e contínuos erros foram varridos para debaixo do tapete. Assim poderíamos apresentar outro slogan “Pra São João continuar bem pior”.
Em continua analise, observamos ainda que a propaganda se mostra capenga, cheia de bengalas, como a da própria prefeita, que mesmo não sendo ela a candidata tenta impulsionar o seu candidato usando os microfones para propaganda de seu próprio governo. As outras bengalas vêm através de seus Deputados e de algumas personalidades asseclas de seu grupo. Querem saber minha gente, o avião não decolou essa é a grande realidade.
Mas uma pergunta tem que ser feita. Por que nos discursos e propagandas o candidato mesmo quase não aparece? Fica só encolhidinho num cantinho, assim como sua vice, enquanto a chefa se desdobra usando o tempo com achaques a outros candidatos e solidificando o engodo, ou a transparência da mentira.
Onde estará senhora, todo aquele seu cinismo de doçura? Ah! Foi somente representação. Só pra botar mel na boca do povo, é que falou em amor e deixou todos na saudade! Agora a sua especialidade é o achaque, o vomito nojento de impropérios, e a diarréia verbal, não a dialética verbal.
Assim entendemos que o nome da coligação está plenamente correto, pois é a COMPETÊNCIA pra falar mentira e enganar o povo, é a TRANSPARÊNCIA daquilo que não foi feito, pois é só comparar o que prometeram em outras campanhas, com o RESULTADO, que verdadeiramente é lastimável!
O pior que o candidato coloca mal as palavras, coloca fora da hora e, se aí o resultado é catástrofico, como: “EU SOU O ÚNICO 45” (claro que é eu é que não sou!), ou “O LOCAL ONDE ERA PRODUZIDO O SUCO DE SOJA PARECIA UM CHIQUEIRO” (primeiramente não é suco é extrato), enquanto sua chefa vai se especializando em falar das esquinas de São João e dos bares, atingindo em particular os homens em nítida posição discriminatória.

Onde estará aquele cinismo de doçura? Ah! foi somente representação, botou mel na  boca do povo, falou em amor e deixou todos na saudade