GALÁCIA

GALÁCIA


José Carlos Barroso



Sempre me encantou a
vida de Paulo, então parti para a Galácia , era minha primeira viagem depois da libertinagem.

Ouvi os capítulos, e no quinto meditei os versículos. caminhei do dezesseis, e cheguei ao vinte e seis.

Peregrinei em Filipo, d
o um ao quatro, mas se a Galácia foi salvação, em Filipo um, encontrei a redenção.

No versículo vinte e um me aprofundei fui a frente ajoelhei no “Viver é Cristo Morrer é lucro”.



sexta-feira, 3 de agosto de 2012

OS TRÊS PORQUINHOS



ZEZINHO, DEMIRZINHO E BALAINHO.

Por José Carlos Barroso

A historia que vamos contar hoje é a dos três porquinhos e o lobo mau, como vamos ver, eles não são bobos e juntos venceram um lobo tremendamente mau.
A historia infantil nos ensina que não devemos ser preguiçosos, fazendo as coisas, sem previsão inteligente, sem planejamento, porque corremos o grande risco de fazer até mesmo do lobo mal um vencedor.
A inocente historia infantil nos mostra ainda as vantagens de crescer, como o terceiro porquinho, que é o mais sábio deles e, na historia é retratado como o maior e o mais velho.
As casas dos porquinhos certamente representam o progresso do homem na história, pois uma é bem desajeitada, de palha, outra é de madeira, e a terceira é de tijolos. Isto significa que os dois primeiros aplicam a lei do menor esforço, para terem como brincar o resto do dia.
O terceiro e mais velho porquinho aprendeu a viver sob a realidade, pois é capaz de adiar o seu desejo de brincar, e de acordo com sua habilidade, prever o que vai ocorrer no futuro, prenunciando até mesmo o comportamento do lobo.
Vejam que o desenho nos mostra a displicência de dois dos porquinhos, o lobo mau só tem olhos para eles, enquanto o terceiro mais previsível tem certeza do que vai acontecer e antevendo o futuro prepara uma inusitada surpresa para o lobo e, acaba derrotando-o.
Já vivemos historia parecida de inexperiência, quando a falta de planejamento veio atrelada a uma inconseqüência desastrosa, que nos fez amargar dias sombrios por novas escolhas.  

Vejamos:

Era uma vez três porquinhos, ZEZINHO, DEMIRZINHO E BALAINHO, que viviam em um lugar bem bonito, cheio de colinas verdejantes, muitas flores, mas lá também vivia a maldade. Então resolveram cada um dos porquinhos construir a sua casinha, tudo para se protegerem da fera, um lobo muito mau chamado de FOMINHA, que gostava de comer porquinho, mas primeiro o porquinho ia ficando fraquinho, fraquinho!
Foi aí então que para se proteger começaram eles a construírem suas casinhas, ZEZINHO foi o primeiro a construir a sua casinha e, logo ali mesmo se serviu de alguns bambuzinhos, cola e barbante, e para o telhado usou sapé. Depois da casinha pronta ele cantava e dançava na frente de sua casinha: "A minha casa eu fiz, sozinho e terminei, pra morar nela feliz, mais feliz do que um rei!"
O lobo mau FOMINHA doido pra comer aquele porquinho olhou aquilo e pensou: Ah! Essa casinha está tão fraquinha, que vai ser fácil derrubar e depois é só almoçar o porquinho ZEZINHO. E não demorou muito para que o lobo FOMINHA, com um só sopro derrubasse a casinha de ZEZINHO.
Indefeso ZEZINHO logo correu para a casa de seu irmãozinho DEMIRZINHO, que fez a sua casa de tábuas e, quando eles estavam na frente da casinha dançando e, cantando assim: "A minha casa eu fiz, sozinho e terminei, pra morar nela feliz, mais feliz do que um rei!" o lobo mau apareceu.
Então o lobo FOMINHA correu pra pegar, ZEZINHO e DEMIRZINHO, e olhando a casa todinha de tábua disse: Que casinha fraquinha! E logo soprou, mas a casa balançou e não caiu e, então FOMINHA soprou novamente e logo a casinha de tábuas foi ao chão.
ZEZINHO e DEMIRZINHO corriam e gritavam: corre, corre, o lobo FOMINHA tá vindo aí! Correram tão depressa e logo chegaram a casa do porquinho BALAINHO, que foi feita toda de tijolinho. E os três porquinhos então na frente da casa de BALAINHO dançavam e cantavam assim: "A minha casa eu fiz, sozinho e terminei, pra morar nela feliz, mais feliz do que um rei!"
O Lobo mau FOMINHA então disse: Essa também tá fácil eu vou derrubar esta casinha também, e logo soprou duas vezes e, a casa não caiu. Foi então que FOMINHA encheu os pulmões e soprou com toda a sua força, mas a casinha não caiu.
Então o lobo FOMINHA pegou uma escada e subiu no telhado da casa do porquinho BALAINHO e resolveu descer pela chaminé, para pegar os três porquinhos. De repente ele escorregou e caiu dentro de um caldeirão grande de leite.
BALAINHO no caladinho preparou uma surpresa para o FOMINHA, ele comprou uma máquina, que extraia leite de um feijãozinho chamado soja. Era o leite de soja do BALAINHO, alimento muito nutritivo que havia engordado vários porquinhos.
E foi dentro desse caldeirão, que FOMINHA morreu afogado e, nunca mais perturbou os porquinhos!
Depois vieram outros porquinhos que beberam o leitinho de soja do BALAINHO e ficaram também muito gordinhos, não houve mais desnutrição, os porquinhos cresceram, e ninguém mais enfrentou o FOMINHA, aquele lobo muito mau. .
Assim foi por dez anos, até que outros lobos, com uma loba aproveitaram que BALAINHO não estava em casa e derrubaram a sua casinha e levaram embora a máquina de leite. Acho que jogaram fora, não sabemos. Coitadinhos agora todos os porquinhos estão fraquinhos, fraquinhos!
Mas o BALAINHO e seus irmãozinhos ZEZINHO e DEMIRZINHO, e mais um montão de porquinhos prometeram que vão limpar e reconstruir a casa do BALAINHO, eles vão consertar tudinho.
Aí esse montão de porquinhos vai trazer novamente a máquina de leite de soja, para a felicidade de todos os porquinhos, que vão poder dançar e cantar assim: VIVA, VIVA O BALAINHO QUE É O NOSSO AMIGUINHO.    

Em tempo:
Essa crônica foi escrita, pela saudade, em especial para que um leitor que leu uma outra, e não entendeu, possa ler esta e não compreender, pelo menos é o previsível. Desta vez também relembrando que alguém um dia chamou a casinha do BALAINHO de casa de PORQUINHO!




quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O LEITE QUE MATOU .....A FOME


Por José Carlos Barroso

Contratado que fui assumo como tribuno intransigente, mas sempre consciente, em defesa de um cliente diferente. Assumo uma defesa, embasado, como preparado, não com uma notória especialidade em nutrição, muito menos em biologia genética, mas permitindo ao meu coração, a eloquência, sob alegação e tese clássica da inimputabilidade do agente, posicionando-me pela exclusão da ilicitude.
Bem prezado corpo de jurados, formado no seio de uma comunidade conscienciosa, que sabe o que quer, e o que fala, vestida hoje de preto, não pela morte da vítima, pois na verdade, foi ela sempre cruel por nunca ter guardado em seus ataques, resquícios de crueldade, quando , por exemplo, matou a criança e o velho, o pobre necessitado, pela desumana desnutrição, quando o homem desempregado chorava pela míngua, quando já não se vendo com forças estendia ele as mãos num sinal claro e evidente de pedido de socorro, mas que indiferente ela continuava seu caminho, tomando um rumo precipitado, levando consigo toda a inocência.
Assumo sim a defesa deste réu conhecido por “leite”, mais popularmente, e intimamente chamado “leitinho de soja” não só por estar convencido, mas pela certeza de sua inocência, já que execrado, expurgaram-no, sentenciando-o muito antes mesmo deste tribunal, observar detidamente os depoimentos daqueles que compõem o rol de testemunhas, tanto da defesa, como da acusação, e terem sumariamente, a bel prazer e juízo o liquidado no cadafalso das ilusões.
Assumo da mesma forma esta tribuna, para acusar a vítima, numa atitude incomum, pois passo a ser não só o defensor, mas o acusador, desclassificando o crime e, deixando claro, me atendo aos autos, que houve sim a legítima defesa da honra, já que foi a vítima, quem usou de meios cruéis, não o réu, que apenas impeliu injusta agressão iminente, em defesa de outrem, tendo para tanto utilizado moderadamente dos meios necessários, assim opto pelo indúbio pro réu. Insisto na inconteste inocência do réu e clamo aos senhores do corpo de sentença pela absolvição deste, que nesta história não passa de um infeliz, que apenas pecou por ter executado um cruel assassinato, mas que na história da vida assume a posição dos heróis e passa de forma merecida a deter o galardão e os louros, pela justiça que fez.
Atentem meus prezados para o que Jesus Cristo nos fala em Mt 10.42. E aquele que der até mesmo um copo de água fresca a um destes (pequeninos), na qualidade de discípulo, em verdade vos digo, de modo algum perderá a sua recompensa.
Que então libertem, libertem absolutamente de uma vez por todas, este inocente, o nosso prezado amigo “LEITINHO DE SOJA”, para que ele continue a matar essa imoral e brutal assassina conhecida por “FOME” que muito antes dos avanços da medicina vem sendo clonada de forma indiscriminada, pela insensatez dos homens e, que assim possa ele, assumir de vez o posto de PALADINO DA JUSTIÇA nesta terra que só a Deus pertence e, a mais, ninguém.

 “O LEITE QUE MATOU... A FOME” é uma crônica, que possui uma linguagem de personificação, e deixando de lado a modéstia, alcançou índice invejável de leitores, e foi reeditada a pedidos, por se tratar de um texto jornalístico miscigenado com literatura, redigido de forma livre, inteligente certamente, e, pessoal, que tem como tema um fato triste relativo à vida cotidiana de nossa cidade, com enredo indeterminado, levado ao ficto. 
 

 Tudo teve a sua origem quando a atual administração pública resolveu abandonar a produção de leite de soja, retirando de circulação um grande complemento alimentar, de alto valor proteico, e como o prejudicado foi o povo, inventaram somente mentiras. Bastaria alguns reparos e a máquina voltaria a funcionar perfeitamente. 
O que você já ouviu sobre o sumiço da máquina é pura mentira a verdade será ainda um dia contada a todos. Esperemos!  
 


segunda-feira, 23 de julho de 2012

UM DIA MACHADO, DIGO MANCHADO, PELA HERESIA E PELA MENTIRA!


O CO....MIXO



                                                                                                                                                                          Por Jocarlosbarroso



Avizinham-se os insultos, as campanhas eleitorais estão batendo às portas, já esperávamos e, esperamos pela mesquinhez, pois os arautos, todos conhecemos, principalmente aqueles, que se sentem acuados, cujas  garras e bicos aduncos já caíram faz tempo.
Desta feita o local escolhido para difundirem as suas diarréias verbais foi o calçadão da Rua Coronel José Dutra, em uma manhã de sábado, que poderia ter sido bem diferente, mas infelizmente o que vimos foi absurdo pós absurdo, onde os espectadores se dividiam entre o bem e o mal, ficando nítido o desinteresse pelas máculas, já que um clarão divisório foi formado entre os conscientes e os inconseqüentes.
Enquanto isto entre as outras quatro facções políticas 13, 14, 15,e 50 que disputavam o mesmo espaço, conviviam em clima ameno e, muito cordial entre os candidatos que se respeitavam, enquanto lá bem num cantinho, enfurnados, estava a prole indecorosa da demagogia, tentando captar adeptos e, utiliza-los para a incitação na defesa de suas paixões levianas.
Durante todo o tempo foram especialistas na arte da afetação, da simulação da modéstia, demonstrando uma humildade como se nunca viu, agindo como suas mazelas determinam, com um jorro de falácias, que nos são conhecidos de longas datas.
Era visível o destempero daqueles que fizeram uso da palavra, mas confesso que sempre estive a espera de algo recorrente, quando então em determinado momento uma senhora conhecida pela prepotência em eloqüência dissimuladora assim vociferou: “Eu não preciso da Bíblia, tenho comigo as bem aventuranças”,
Mas que contra-senso, que tolice, que heresia inconcebível que despreparo e, desconhecimento só mesmo poderia partir de quem “acende uma vela a Deus e outra ao diabo” e isso tem ficado cada vez mais viçoso.
Foi assim desde o princípio, as falas se alternavam entre mentiras e apelos desesperadores e, assim foi até o final.
Ainda há de se fazer registrar, o que um candidato a vereador disse: “A preocupação da administração é com saúde e educação. Este negócio de buraco é só desviar deles”.    
Mas meu senhor de qual saúde mencionaste? Porque a saúde que estão a propagar aos quatro cantos, se mostra lânguida, num estado mórbido, uma saúde que amofina no leito de um hospital, que é de dar pena, ao ponto de para se obter qualquer coisa nesse particular o único caminho é a Justiça. Hoje a incompetência torna a administração uma campeã em ações em seu desfavor.  
Para piorar a situação um senhor, conhecido pela vociferação de impropérios  pegou o microfone e despejou ataques caluniosos tendo ficado nítido o seu descontrole até que vieram e, lhe tomaram o microfone, contemporizando aquela vexatória participação.
Foi assombroso presenciar ouvir o que ouvimos enquanto o candidato, caladinho, no seu cantinho, tímido talvez abominando tudo aquilo, esperava a sua vez e, não é que lhe deram só um tempinho!
Coitado apenas se interessou em mostrar que podia, que fazia, que fez e fará, porque conhece, já que quem não era candidato não largou o microfone por quase uma hora. Será que o candidato capenga e, precisa de uma muleta?
Concluindo, fiquei pensando, o que não fazem para esconder suas vergonhas! Fazem até papel ridículo para se perpetuarem no poder “até que a morte os separe”!!

sábado, 21 de julho de 2012

O FUTURO COM EXPERIENCIA PRA INOVAR


Dia 20 de julho.
Por Jocarlosbarroso 

CÉLIO FERRAZ, o “BALAINHO”, inicia hoje a sua campanha a prefeito de nossa cidade, agora com o numero 14 do PTB, apresentando propostas inovadoras, em que certamente você jamais irá ouvir promessas, porque afinal de contas a promessa não faz parte de seu vocabulário, mas tenha certeza de que dele fará parte três palavras fundamentais, palavras que o personificam, primeiro o carisma, que se traduz na força divina conferida a uma pessoa, em vista da necessidade, depois a competência que é a qualidade de quem é capaz de apreciar e resolver certo assunto com habilidade, aptidão e, por fim, a coragem que é a intrepidez e ousadia.
Contudo nada estaria completo se faltasse o amor e é assim que se completa a identidade de um homem, na busca de uma trajetória transformadora e idealista para nossa gente.
A Célio Ferraz jamais faltou o amor por nossa cidade, por seu povo, pelas famílias, pelos necessitados, pelo progresso e desenvolvimento.
Porém para levar a efeito tudo o que tem em mente traz agora como Vice-Prefeita uma grande conquista, DULCINEA REGGI BARBOSA, mulher destemida, que bem representa a força da mulher são-joanense, que terá certamente grande importância nesta caminhada de transformação, e quem da mesma forma investe no amor como energia realizadora.   
Assim podem estar seguros que todos teremos dois grandes amigos, porque amigo é quem estende a mão, é quem anda com os pés do outro, é quem fala com oração ao coração, palavras inversas sem comoção.                                 
Amigo, é o sorriso preciso na hora imprecisa, é o olhar comedido, quando lançam os absurdos, é não ser hostil, mas adverso ao lado inverso. É quem corrige erros retirando detritos, é quem derrota a solidão, fazendo-nos soerguer do chão.
Amigo trabalha sem fim, perquirindo e prosseguindo explorando os nossos vazios fazendo germinar espaços úteis, revolvendo as terras férteis, porque amigo nunca vai ser, ele é a verdade, é quem nos faz voltar a ser feliz, é quem nos faz voltar a ter esperanças e, a acreditar. Amigo é quem nos faz voltar a viver.
CÉLIO 14 E DULCINEA 14 querem uma cidade venturosa e santa, onde haja mais bondade, cheia de trabalho, uma cidade que podemos cantar como cantiga de felicidade, sendo nosso poema de amor e ternura.
São João Nepomuceno será, podem ter certeza, um sorriso gentil entre colinas, porque voltará a ser a flor das cidades!...


terça-feira, 17 de julho de 2012

DOIS PREFEITOS



Por Jocarlosbarroso
A política são-joanense começa buliçosa e, fervente, e já neste último sábado chegou arrebentando, com uma grande novidade, principalmente para quem sempre abominou o retrocesso. 
Chegou e com uma posição contraria que foge aos interesses coletivos, para atender ao próprio ego, tornando – o dia após dia impossível.
Pois bem, mas a novidade trazida pelo vice – prefeito em festiva inauguração de seu birô foi quando de viva voz e, em bom tom disse ao povo que rodeava diminuto espaço, de que agora estavam apresentando na realidade dois candidatos a prefeito.
Primeiramente ficamos preocupados com o pagamento de dois prefeitos, pelo município, pois não sei se comportaria mais um gasto desse nível, depois pensando melhor a novidade nos levou até a Grecia.
O político meus caros retrocedeu no tempo chegando à cidade de Esparta, quando os reis da cidade-Estado governavam através de um sistema conhecido como diarquia, onde dois reis de família diferentes governavam com iguais poderes.
Na verdade a origem desta singularidade monárquica ainda não está perfeitamente esclarecida pelos historiadores que aventaram a hipótese de que a instituição foi um compromisso entre duas famílias poderosas no período de criação do estado espartano no período arcaico (séculos VIII - VI a.C.).
Os dois reis tinham poderes absolutamente iguais nas atribuições religiosas, políticas, administrativas e judiciárias.
Embora o regime seja anacrônico (em desacordo com o atual, em desuso) o candidato se pôs de satisfeito, e discursou de forma entusiasta em defesa da diarquia da qual naquele momento difundia, e assumia, embora saibamos que verdadeiramente o modelo espartano tinha lá suas diferenças e preferências, o seu assemelhado aqui em São João também possui.
A inovação foi tão grande que não convenceu, apenas acrescentou força ao ridículo.
Mas em momentos mais contundentes da fala do político são-joanense, digo espartano é que ficou ele sem saber quem no período de guerra seria o comandante supremo do exército e, quem seria do sacerdócio; assim enquanto um rei protegia Esparta, o outro ia para o combate. Isto deve tê-lo espantado certamente.
Que dúvida atroz quem seria o primeiro combatente? Pois bem logo e, no inicio da semana um deles se pôs à frente, como comandante espartano responsável pelo exercito, pois em uma rádio partiu desferindo entre linhas farpas de cinismo, como se fosse o comandante supremo do exercito.
Seus arroubos de entusiasmo acabaram por condená-lo ao cadafalso, porquanto o desdenhar nos pareceu mais rico do que a própria riqueza perniciosa, de que detém.
A sua fala foi um desastre e ninguém por mais que aparentasse o desejo de conte-lo nada adiantava. O comandante supremo do exercito se mostrou ambíguo, com procedimento de incerteza, de insegurança total.
A continuarem assim serão duas flechadas e dois abatimentos.
Não há aqui interesse algum de macular quem quer que seja, apenas colocarmos no vulcão das vaidades uma pitada de comicidade. 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

É MENTIRA!


PODE PARAR COM ESSA IDEIA DE REPRESENTAÇÃO


Por JocarlosBarroso

 Mel Na Boca

Almir Guineto


Oh, quanta mentira suportei
Nesse teu cinismo de doçura
Pode parar
Com essa idéia de representação
Os bastidores se fecharam pra desilusão
Pode parar
Com essa idéia de representação
Os bastidores se fecharam pra desilusão
É menti......ra
É mentira
Cadê toda promessa de me dar felicidade
Bota mel em minha boca
Me ama, depois deixa a saudade, será...
Será que o amor é isso? 
Se é feitiço vou jogar flores no mar
Um raio de luz
Do sol voltará a brilhar
Que se apagou e deixou luz no em meu olhar
Meu olhar 
Um raio de luz
Do sol voltará a brilhar
Que se apagou e deixou noite me meu olhar



Esta composição musical é perfeita para o que temos presenciado acontecer ao longo desses oito anos de desgoverno. Sim eu sei que ainda estão incompletos, mas parece-nos uma eternidade, mesmo que restem apenas alguns meses, temos a dizer que basta, porque não é possível tanta mentira, porém a esperança fica por conta de que um raio de luz possa brilhar, pelo menos minha torcida é grande.
Já se foram quase oito anos, quanta mentira nós suportamos com esse cinismo de doçura, mas agora chega, pode parar, basta com essa idéia de representação, pois os bastidores se fecharam pra desilusão.
Muita coisa ficou pra traz, e ficará muito mais, será que faltou planejamento, faltou compromisso, faltou verdade, faltou empenho, faltou o amor tão propagado (por amor a São João), faltou dedicação, será que houve retidão de princípios? Talvez tenha faltado um pouco de cada, mas os bastidores se fecharam para a desilusão, pois tudo não passou de mentira.
Cadê minha senhora toda promessa de dar felicidade, mudaste o que? Apenas botaste mel na boca do povo e nada mais.

Veja só alguma coisa do que prometeste e não cumpriste tudo foi retirado de seus programas de governo, os quais foram guardados, para a hora certa e, transcritos aqui para que todos possam relembrar.

Primeiramente vamos relembrar o ano de 2004 quando prometeste ampliação da produção do leite de soja com distribuição na cidade e nos distritos.

Muito interessante este item, pois o que era bom, necessário, e digno até de aumento da produção de repente, passou a ser desprezado pela prefeita, e certamente a máquina virou peça descartável, assim desapareceu, talvez tenha sido vendida como ferro velho, por pura picardia, do desgoverno, sendo o povo o único prejudicado. Então é menti......ra!

Zelar pela conservação do calçamento das ruas, distritos e fazer calçamento onde não existe.
Bem isto parece piada, pois nunca ocorreu qualquer conservação, e as crateras já fazem parte, juntamente com o lixo do triste cenário de uma cidade, que outrora era conhecida como “garbosa”. Então é menti......ra!

Para o ano de 2005 prometeu-se a instalação de dispositivo que evitasse o alto número de lâmpadas queimadas.
Isto é outra grande piada, sandice pura, pois não existe qualquer coisa neste sentido. A não ser que esperam o aparecimento de um Thomas Edson! Então é menti......ra!

Bem por hora encerramos certos de que voltaremos para mostrar a todos a mentira nua e crua.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

OS TITANICS E OS ICEBERGS



Por Jocarlosbarroso

Você deve conhecer bem a historia do grande navio transatlântico Titanic, que na noite de 14 de abril de 1912, em sua viagem inaugural entre Southampton, na Inglaterra, e Nova York, nos Estados Unidos ficou marcada como a maior tragédia marítima já ocorrida. O colossal transatlântico chocou-se com um iceberg no Oceano Atlântico e afundou duas horas e quarenta minutos depois, já na madrugada do dia 15 de abril. Até o seu lançamento em 1912, ele fora o maior navio de passageiros do mundo.
O Titanic foi concebido abrigando algumas das mais avançadas tecnologias disponíveis da época e foi popularmente referenciado como "inafundável" - na verdade, um folheto publicitário de 1910, da White Star Line, sobre o Titanic, alegava que ele fora "concebido para ser inafundável".
 
Bem mas quer nos parecer que a história aqui se repete só que de forma diferenciada, sem realidade alguma, mas repleta de analogismos. Vejamos a estória.
Dias frios e, madrugadas gélidas. E é dentro desse cenário, que nossa estória se principia, acompanhe o raciocínio!
Os mais fortes transatlânticos se perfilam ao longo do cais. Os preparativos são intensos a bombordo e estibordo. Na proa se avolumam tripulantes como guardiões da quilha, que é reforçada para vencer os icebergs.
Cada um possui a sua história, cada um deles, insolentes como nunca vestem as suas glórias, são deuses da prepotência, e se acham “inafundáveis”, afinal dizem que são os mais preparados para intempéries.
Alguns botes se aparelham com a mesma determinação, dos gigantes, pouco importando se vencerão o gelo e as águas geladas e, um mar revolto.
O mar cheira povo, é o povo, são os mais determinados, estão em grande numero, e foram ao longo dos anos os mais rejeitados afinal são pobres e, esses exalam pequenez para os saltos altos, que apenas os toleram, afinal povo é sinal de voto e, é justamente o que lhes interessam nada mais, porque embora o calor humano seja importante nesse momento, o cheiro fétido lhes é extremamente insuportável, incomoda bastante, já que guardam resquícios de uma burguesia podre.
A tolerância é momentânea duram alguns meses, e é mais visível de quatro em quatro anos, e às vezes alguns conseguem seu intento por distribuírem sem escrúpulos migalhas.
Passam-se os dias, as expectativas esquentam as rodas de esquinas, todas buliçosas de meias verdades, de falácias incomuns, de destemperos. Os ataques e achaques aparecem, ora em rádios, ora pelos pasquins e, jornalecos, que embora tenham outrora sido beneficiados pelas doses homeopáticas e, agora contrários, para defenderem seus interesses, preferem desdenhar o remédio, que um dia serviu para o resgata-los de suas sepulturas. São os venenos de hoje.
É chegado o grande dia, partem todos esperançosos, a primeira classe se extasia pela ufania e, a luxuria, pecados mortais ululantes, mas afinal fazem parte do elenco dos perversos.
A segunda classe se acomoda com facilidade, pela facilidade, pela oportunidade, pela felicidade, mesmo que momentânea.
Já a terceira classe tal como a segunda, vive seus momentos de música e dançam conforme se toca. É uma grande festa!
E não demora muito para se ouvir, o primeiro grande estrondo. Um grande bloco de gelo surge a estibordo, o desespero é incomensurável, os tripulantes responsáveis e irresponsáveis gritam palavras de ordem, para se evitar a colisão, que parece a cada momento inevitável e bem mais próximo de acontecer.
Já faz parte da historia a certeza de que a grandeza dia menos dia se rende àqueles que um dia foram abatidos pela malvadeza, que se julgando uma casta soberana, nunca se curvou frente à verdade de que são apenas moléculas.
Quanto ao resto da estória você conhece pelos livros e filmes, depois do estrondo, o rombo no casco, o grande transatlântico começa então a ruir, na proporção em que as águas consomem seu interior. As diversas classes começam desesperadamente a buscarem os botes, com intuito de se salvarem. Tarde para muitos, que sucumbem perante a falsa intrepidez.
Alguns desesperados se lançam em águas geladas e viram blocos de gelo azulados, petrificados pela estupidez. A cor da morte agônica se espalha, fazendo-nos lembrar o passado longínquo das mortes térmicas. 
Os botes são insuficientes, fatalmente a derrocada, o fim irá acontecer, inobstante terem um dia achado que os titanics fossem “inafundáveis”.
Coitados dos que pensam cheios de glorias, pois a gloria a só um pertence. A Deus eterno e poderoso Pai.
Quanto a mim, sigo em bote pequeno, eu e os meus acolhemos a vontade soberana dos mares, acreditando cada vez mais, que já elegemos nosso Rei!  Essa é a vitória.